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Desfile McQueen Spring Summer 2025 na Paris Fashion Week: entre lenda e vanguarda

O desfile McQueen Spring Summer 2025, apresentado durante a Paris Fashion Week, marcou um momento decisivo na evolução da casa Alexander McQueen sob a direção criativa de Seán McGirr. Ao revisitar mitos celtas e códigos da marca, McGirr busca afirmar sua voz sem abandonar a herança dramática que caracteriza McQueen.

O desfile teve lugar na prestigiosa École des Beaux-Arts, transformada em cenário onírico e sugestivo para a coleção SS25. 

A montagem cenográfica — criada em parceria com o artista Tom Scutt — evocava sensações etéreas, com efeitos de névoa, estrutura metálica exposta e piso parcialmente “escavado”, sugerindo um mundo entre visível e oculto. 

Esse ambiente reforçou a narrativa proposta pelo estilista: um desfile que dialoga com o misticismo do passado e as inquietações contemporâneas.

Inspiração: a lenda da banshee e a herança McQueen

O desfile teve lugar na prestigiosa École des Beaux-Arts, transformada em cenário onírico e sugestivo para a coleção SS25. 

A montagem cenográfica — criada em parceria com o artista Tom Scutt — evocava sensações etéreas, com efeitos de névoa, estrutura metálica exposta e piso parcialmente “escavado”, sugerindo um mundo entre visível e oculto. 

Esse ambiente reforçou a narrativa proposta pelo estilista: um desfile que dialoga com o misticismo do passado e as inquietações contemporâneas.

Inspiração: a lenda da banshee e a herança McQueen

McGirr recorreu à lenda irlandesa da banshee — figura sobrenatural que anuncia morte ou mudança — como ponto de partida conceitual. 

Ele explica que essa figura carrega tanto o peso simbólico quanto uma memória pessoal, aproximando o tema da intimidade emocional. 

Além disso, McGirr revisita elementos icônicos da história McQueen, como o corte “bumster” reinterpretado em painéis de malha e aberturas sutis, assim como o uso da silhueta “S-bend” em lapelas enroladas. 

Essa tensão entre inovação e reverência aos códigos históricos da casa é uma das marcas centrais do desfile McQueen Spring Summer 2025.

Estilo e destaques da coleção

A coleção transitou entre cortes austeros e silhuetas fluidas:

Tailoring sofisticado: jaquetas estruturadas, lapela enrolada, coletes e calças com recortes, muitas vezes com bordados metálicos ou detalhes em franjas.  Vestidos etéreos: tecidos leves, transparências, organza e chiffon se mesclam, evocando uma leveza quase fantasmal.  Paleta chromática: tons sóbrios e neutros (preto, branco, off-white) dominam os looks iniciais, aos quais se somam acentos em rosa, verde ou metalizados conforme o desfile avança.  Acessórios e calçados: botas plataforma, bolsas com hardware pendente, óculos com armação marcada e detalhes metálicos.  Fechamento dramático: looks finais com franjas cintilantes que encobriam o rosto, evocando o lamento da banshee — um desfecho carregado de simbolismo e teatralidade. 

Esse equilíbrio entre rigidez e leveza — cortantes porém fluídos — foi destacado por críticos como “sharp meets soft” ao comentar o desfile. 

Recepção e significado para a marca McQueen

A exibição McQueen Spring Summer 2025 foi amplamente vista como uma evolução em relação à coleção de estreia da era McGirr, conciliando audácia com uma clareza maior de propósito. 

Críticos elogiaram o refinamento, a coerência temática e os momentos de forte impacto visual, embora alguns apontem que McGirr ainda está em processo de solidificação de sua assinatura pessoal. 

Para a marca McQueen, esse desfile representa um passo estratégico: reafirmar sua identidade dramática enquanto projeta relevância para o mercado contemporâneo.  

recorreu à lenda irlandesa da banshee — figura sobrenatural que anuncia morte ou mudança — como ponto de partida conceitual. 

Ele explica que essa figura carrega tanto o peso simbólico quanto uma memória pessoal, aproximando o tema da intimidade emocional. 

Além disso, McGirr revisita elementos icônicos da história McQueen, como o corte “bumster” reinterpretado em painéis de malha e aberturas sutis, assim como o uso da silhueta “S-bend” em lapelas enroladas. 

Essa tensão entre inovação e reverência aos códigos históricos da casa é uma das marcas centrais do desfile McQueen Spring Summer 2025.

Estilo e destaques da coleção

A coleção transitou entre cortes austeros e silhuetas fluidas:

Tailoring sofisticado: jaquetas estruturadas, lapela enrolada, coletes e calças com recortes, muitas vezes com bordados metálicos ou detalhes em franjas.  Vestidos etéreos: tecidos leves, transparências, organza e chiffon se mesclam, evocando uma leveza quase fantasmal.  Paleta chromática: tons sóbrios e neutros (preto, branco, off-white) dominam os looks iniciais, aos quais se somam acentos em rosa, verde ou metalizados conforme o desfile avança.  Acessórios e calçados: botas plataforma, bolsas com hardware pendente, óculos com armação marcada e detalhes metálicos.  Fechamento dramático: looks finais com franjas cintilantes que encobriam o rosto, evocando o lamento da banshee — um desfecho carregado de simbolismo e teatralidade. 

Esse equilíbrio entre rigidez e leveza — cortantes porém fluídos — foi destacado por críticos como “sharp meets soft” ao comentar o desfile. 

Recepção e significado para a marca McQueen

A exibição McQueen Spring Summer 2025 foi amplamente vista como uma evolução em relação à coleção de estreia da era McGirr, conciliando audácia com uma clareza maior de propósito. 

Críticos elogiaram o refinamento, a coerência temática e os momentos de forte impacto visual, embora alguns apontem que McGirr ainda está em processo de solidificação de sua assinatura pessoal. 

Para a marca McQueen, esse desfile representa um passo estratégico: reafirmar sua identidade dramática enquanto projeta relevância para o mercado contemporâneo.  

Fonte: Fashion Feed
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A Magia dos Corsets: Daniel Roseberry e Schiaparelli

Daniel Roseberry diretor criativo da marca Schiaparelli, trouxe um mundo de ilusões, com silhuetas bem definidas atravês de seus corset, saias assimetricas e cores neutras na semana de alta costura de Paris.

A marca trouxe tules, texturas, plumas e bordados, assim como também tecidos planos com drapeados. Já nas cores podemos ver cores neutra, passando pelo nude, preto e branco. Podemos ver tecidos ricos em qualidade, desenvolvimento de costura muito bem feito, deixando as peças com maior riqueza de estrutura.

Em relação ao seu público, podemos ver que a marca não só convidou, como também vestiu as maiores influenciadoras do mundo, como Caro Dacur, Tamara Kalling, Thassia Naves e outras de grande nome. O desfile contou com sua modelo preferida, Kendall Jenner. Kendall já desfila para a marca a algumas coleções, agregando uma maior publicidade a mesma.

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Elie Saab – Paris Fashion Week

Um desfile com bastante sensualidade, mostrando uma mulher muito feminina, mas ao mesmo tempo, simples e sofisticada.

Com peças jogando entre neutras, color e metalizados, vimos muito cut-out, vestidos fluídos, cinturas mais marcadas, ombros a mostra e um toque dos anos 40.

A marca veio com um desfile simples, mas elegante, mostrando que a mulher pode ser sofisticada e ao mesmo tempo sensual.

Confira o desfile abaixo:

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Valentino – Paris Fashion Week

Um desfile digno de classe e sofisticação. Vimos a Valentino usar o branco como cor base para suas pecas. Na verdade, vimos muito branco.

Pode se ver muitos cortes a laser em detalhes de vestidos, camisas e peças que substituíram a alfaiataria tradicional apresentada por outras marcas.

Podemos ver sim, algumas cores, como: verde, azul e até o vermelho que é a aposta desta estação.

Com vestidos muito femininos, mostrando a silhueta até blazers oversizes.

Veja o desfile abaixo:

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Stella McCartney – Paris Fashion Week

O desfile da marca Stella McCartney foi bastante extrovertido. Se passando em uma rua de Paris, com o público sentado em cadeiras na calçada, a marca apresentou peças muito bonitas, desde leves até mais pesadas.

Vimos desde jeans, até trend coat. Passando por muita alfaiataria, cores neutras contrastando com o metalizado.

Confira o desfile:

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Victoria Beckham – Paris Fashion Week

O que esperar da renomada marca Victoria Beckham? Classe, elegância e ao mesmo tempo arrojada, essa é o DNA a marca.

Com bastante transparência nos vestidos alongados, cores neutras e sofisticadas e claro, o famoso terninho que é a peça chave da marca.

Vimos vestidos com cortes arrojados, ao mesmo tempo que longos, vimos alguns curtos, macacões, muita alfaiataria. A alfaiataria sempre foi a peça chave da marca Victoria Beckham.

Mas claro, os olhos não ficaram somente nas peças, mas sim na família Beckham presente e em Kendall Jenner desfilando para a marca.

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Chloé – Paris Fashion Week

A marca Chloé trouxe todo o seu DNA para a passarela, regada de roupas muito femininas. Vestidos fluídos fizeram parte do mood desta temporada.

Vimos muito as cores preta, branca e metalizado. Em alguns momentos podemos ver um pop de cor, seja nas bolsas em tons vermelhos ou em alguns look yellow completo.

Mas o mais importante, vimos muito cut-out, mito colo a mostra. O desfile terminou com a despedida da estilista ao som da bateria da Mangeira.

Veja aqui o desfile:

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Givenchy – Paris Fashion Week

A marca Givenchy apresentou um desfile bastante simples, mas fluido e com peças clássicas e muito femininas.

Vimos vestidos fluídos, muita sensualidade com costas a amostra, cores sólidas, neutras, claras e escuras. Um contraste bonito de se ver.

Vimos as bolsas da marca sendo desfiladas nas cores metalizadas, sapatos de bico fino. A Givenchy atualizou as palavras feminilidade, beleza e elegância.

Confira o vídeo:

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Loewe – Paris Fashion Week

Loewe apresentou um desfile bastante moderno, com peças em Tricot e também peças que pareciam obras de arte.

Com uma estrutura super simples, mostrando algumas peças de arte no centro do desfile, a marca também trouxe nas roupas verdadeiras obras de arte com top’s com estruturas e brilhantes despontando. Só vendo para entender.

Bermudas até o joelhos, saias mudos e longas, casacos que se complementam virando bolsas. Tricôs coloridos ou com cores sólidas, peças confortáveis e práticas. Cores inovadoras, mas que complementam com tons neutros.

Confira o desfile

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Dior – Paris Fashion Week

Uma das marcas que mais gosto, a Dior apresentou um desfile exemplar. Todo batendo na tecla do feminismo, mas com looks totalmente andróginos, oscilando entre o preto, branco e suas variações.

Com um background todo em fúcsia e amarelo, a Dior mostrou um empoderamento feminino através das peças. Cortes retos, muita camisaria de diversas formas e cortes, saias longas, jaquetas estilo moto bike e transparência.

Confira o desfile dessa marca magnífica:

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