Fashion

Isabel Marant — Outono/Inverno 2026/2027 na Paris Fashion Week

A coleção outono/inverno 2026/2027 de Isabel Marant, apresentada nesta semana na Paris Fashion Week, reafirmou o DNA da marca: uma mulher livre, urbana e levemente boêmia. Na passarela, a maison parisiense mostrou um guarda-roupa que equilibra atitude rock, sensualidade despretensiosa e o espírito effortless francês, elementos que definem o estilo Marant há décadas.

A coleção explorou uma estética que mistura boho contemporâneo com referências utilitárias, traduzida em silhuetas relaxadas e sobreposições que parecem pensadas para o movimento. A proposta segue a ideia da mulher nômade moderna — prática, independente e sempre em trânsito — conceito recorrente no universo da marca. 

Entre os destaques da temporada estiveram jaquetas estruturadas, tricôs texturizados e peças em couro e camurça, materiais que trouxeram profundidade visual à coleção. As modelagens apareceram levemente despojadas, com ombros marcados e calças de cintura média que reforçam o equilíbrio entre conforto e sensualidade.

Principais tendências vistas no desfile

1. Camurça e couro

Materiais clássicos de inverno dominaram a coleção, surgindo em calças, saias e jaquetas. A camurça, em especial, apareceu em tons naturais que reforçam o lado boêmio da estética Marant.

2. Silhuetas relaxadas

A marca apostou em peças de caimento fluido, com proporções que remetem à ideia de liberdade de movimento — característica recorrente no estilo da maison.

3. Tricôs e texturas

Malhas trabalhadas, tricôs com aspecto artesanal e superfícies texturizadas adicionaram profundidade aos looks, criando um contraste interessante com peças mais estruturadas.

4. Botas e atitude rock

Botas de cano alto e modelos com pegada western ou rocker completaram os looks, reforçando a assinatura cool da marca.

A mulher Isabel Marant em 2026

Mais do que seguir tendências, o desfile reafirmou um estilo reconhecível e consistente: a mulher Isabel Marant continua sendo aquela que mistura masculinidade e feminilidade com naturalidade. Ela usa roupas que parecem vividas, confortáveis e ao mesmo tempo extremamente desejáveis — um guarda-roupa pensado para o dia a dia, mas com o charme despreocupado que tornou a marca um ícone do estilo parisiense.

Nesta temporada, a mensagem foi clara: menos espetáculo e mais atitude, com peças que funcionam tanto na passarela quanto na vida real — exatamente o tipo de moda que construiu o culto em torno da marca.

Padrão
Fashion

Dior Fall/Winter 2026: quando o inverno floresce em Paris

Na tarde de hoje, durante a Paris Fashion Week Fall/Winter 2026, a Dior apresentou uma coleção que surpreendeu pela delicadeza estratégica. Em vez de um inverno rígido e austero, a maison propôs uma estação que floresce — literal e simbolicamente.

O cenário evocava jardins parisienses e uma atmosfera impressionista, criando uma narrativa que misturava arte, natureza e alta-costura. A passarela revelou uma Dior menos sobre estrutura impositiva e mais sobre movimento, textura e leveza.

A coleção: poesia com intenção

A alfaiataria continua presente — afinal, é parte do DNA da casa — mas surge suavizada. Blazers estruturados aparecem combinados com saias fluidas, vestidos com transparências sutis e tecidos que capturam a luz.

Os florais, inesperados para o inverno, não foram românticos óbvios: surgiram reinterpretados, quase pictóricos, remetendo a pinceladas e paisagens nebulosas. Há uma tensão interessante entre disciplina e fluidez — uma mulher que domina sua presença sem endurecer sua essência.

A cartela de cores transita entre neutros sofisticados e tons que lembram jardins ao entardecer: verdes profundos, rosados enevoados, azuis acinzentados.

Styling e impacto

Botas elegantes, cinturas levemente marcadas e sobreposições estratégicas reforçaram a ideia de construção inteligente de guarda-roupa — algo muito alinhado ao momento atual da moda: menos excesso, mais permanência.

O desfile mostrou uma Dior emocionalmente conectada ao presente. Não é apenas roupa; é atmosfera, é narrativa, é posicionamento cultural.

Tendências que ficam para o inverno 2026

Florais reinterpretados para o frio Alfaiataria suavizada Transparência estratégica Camadas leves Paleta artística e orgânica

A Dior FW26 reafirma que o inverno pode ser sofisticado sem ser pesado — e que força e delicadeza não são opostos, mas complementares.

Fonte: Google
Padrão
Fashion

Desfile McQueen Spring Summer 2025 na Paris Fashion Week: entre lenda e vanguarda

O desfile McQueen Spring Summer 2025, apresentado durante a Paris Fashion Week, marcou um momento decisivo na evolução da casa Alexander McQueen sob a direção criativa de Seán McGirr. Ao revisitar mitos celtas e códigos da marca, McGirr busca afirmar sua voz sem abandonar a herança dramática que caracteriza McQueen.

O desfile teve lugar na prestigiosa École des Beaux-Arts, transformada em cenário onírico e sugestivo para a coleção SS25. 

A montagem cenográfica — criada em parceria com o artista Tom Scutt — evocava sensações etéreas, com efeitos de névoa, estrutura metálica exposta e piso parcialmente “escavado”, sugerindo um mundo entre visível e oculto. 

Esse ambiente reforçou a narrativa proposta pelo estilista: um desfile que dialoga com o misticismo do passado e as inquietações contemporâneas.

Inspiração: a lenda da banshee e a herança McQueen

O desfile teve lugar na prestigiosa École des Beaux-Arts, transformada em cenário onírico e sugestivo para a coleção SS25. 

A montagem cenográfica — criada em parceria com o artista Tom Scutt — evocava sensações etéreas, com efeitos de névoa, estrutura metálica exposta e piso parcialmente “escavado”, sugerindo um mundo entre visível e oculto. 

Esse ambiente reforçou a narrativa proposta pelo estilista: um desfile que dialoga com o misticismo do passado e as inquietações contemporâneas.

Inspiração: a lenda da banshee e a herança McQueen

McGirr recorreu à lenda irlandesa da banshee — figura sobrenatural que anuncia morte ou mudança — como ponto de partida conceitual. 

Ele explica que essa figura carrega tanto o peso simbólico quanto uma memória pessoal, aproximando o tema da intimidade emocional. 

Além disso, McGirr revisita elementos icônicos da história McQueen, como o corte “bumster” reinterpretado em painéis de malha e aberturas sutis, assim como o uso da silhueta “S-bend” em lapelas enroladas. 

Essa tensão entre inovação e reverência aos códigos históricos da casa é uma das marcas centrais do desfile McQueen Spring Summer 2025.

Estilo e destaques da coleção

A coleção transitou entre cortes austeros e silhuetas fluidas:

Tailoring sofisticado: jaquetas estruturadas, lapela enrolada, coletes e calças com recortes, muitas vezes com bordados metálicos ou detalhes em franjas.  Vestidos etéreos: tecidos leves, transparências, organza e chiffon se mesclam, evocando uma leveza quase fantasmal.  Paleta chromática: tons sóbrios e neutros (preto, branco, off-white) dominam os looks iniciais, aos quais se somam acentos em rosa, verde ou metalizados conforme o desfile avança.  Acessórios e calçados: botas plataforma, bolsas com hardware pendente, óculos com armação marcada e detalhes metálicos.  Fechamento dramático: looks finais com franjas cintilantes que encobriam o rosto, evocando o lamento da banshee — um desfecho carregado de simbolismo e teatralidade. 

Esse equilíbrio entre rigidez e leveza — cortantes porém fluídos — foi destacado por críticos como “sharp meets soft” ao comentar o desfile. 

Recepção e significado para a marca McQueen

A exibição McQueen Spring Summer 2025 foi amplamente vista como uma evolução em relação à coleção de estreia da era McGirr, conciliando audácia com uma clareza maior de propósito. 

Críticos elogiaram o refinamento, a coerência temática e os momentos de forte impacto visual, embora alguns apontem que McGirr ainda está em processo de solidificação de sua assinatura pessoal. 

Para a marca McQueen, esse desfile representa um passo estratégico: reafirmar sua identidade dramática enquanto projeta relevância para o mercado contemporâneo.  

recorreu à lenda irlandesa da banshee — figura sobrenatural que anuncia morte ou mudança — como ponto de partida conceitual. 

Ele explica que essa figura carrega tanto o peso simbólico quanto uma memória pessoal, aproximando o tema da intimidade emocional. 

Além disso, McGirr revisita elementos icônicos da história McQueen, como o corte “bumster” reinterpretado em painéis de malha e aberturas sutis, assim como o uso da silhueta “S-bend” em lapelas enroladas. 

Essa tensão entre inovação e reverência aos códigos históricos da casa é uma das marcas centrais do desfile McQueen Spring Summer 2025.

Estilo e destaques da coleção

A coleção transitou entre cortes austeros e silhuetas fluidas:

Tailoring sofisticado: jaquetas estruturadas, lapela enrolada, coletes e calças com recortes, muitas vezes com bordados metálicos ou detalhes em franjas.  Vestidos etéreos: tecidos leves, transparências, organza e chiffon se mesclam, evocando uma leveza quase fantasmal.  Paleta chromática: tons sóbrios e neutros (preto, branco, off-white) dominam os looks iniciais, aos quais se somam acentos em rosa, verde ou metalizados conforme o desfile avança.  Acessórios e calçados: botas plataforma, bolsas com hardware pendente, óculos com armação marcada e detalhes metálicos.  Fechamento dramático: looks finais com franjas cintilantes que encobriam o rosto, evocando o lamento da banshee — um desfecho carregado de simbolismo e teatralidade. 

Esse equilíbrio entre rigidez e leveza — cortantes porém fluídos — foi destacado por críticos como “sharp meets soft” ao comentar o desfile. 

Recepção e significado para a marca McQueen

A exibição McQueen Spring Summer 2025 foi amplamente vista como uma evolução em relação à coleção de estreia da era McGirr, conciliando audácia com uma clareza maior de propósito. 

Críticos elogiaram o refinamento, a coerência temática e os momentos de forte impacto visual, embora alguns apontem que McGirr ainda está em processo de solidificação de sua assinatura pessoal. 

Para a marca McQueen, esse desfile representa um passo estratégico: reafirmar sua identidade dramática enquanto projeta relevância para o mercado contemporâneo.  

Fonte: Fashion Feed
Padrão
Fashion

Max Mara – Milan Fashion Week

O que falar do desfile da marca Max Mara? Simplesmente um dos melhores que vi ou o melhor.

A marca trouxe seu “quiet luxury” de sempre, com tons neutros: podemos ver preto, branco, marrom, azul marinho, camel, cinza e por aí vai. As peças eram bem estruturadas, em alfaiataria. Podemos ver que as saias longas que davam a ilusão de um corpo mais alongado, bolsas grandes, camisas e conjuntos de bermuda, camisa e blazer.

Os blazers eram alongados, alguns vestidos com cutout e podemos ver também cintos, muitos cintos completando muitos looks da passarela. Vimos uma sensualidade mas com um toque clássico.

Veja o desfile:

Padrão
Etro - Milan Fashion Week
Fashion

Etro – Milan Fashion Week

O desfile da marca Etro foi com cores e um toque Espanhol, muitas calças flare, saias e texturas. Podemos ver o jeans misturado com o couro, cores vibrantes com cores neutras, bastante tops com saias e por aí vai.

Foi um desfile bastante despojado, com o read to wear sendo apresentado, uma coleção leve e vibrante, alegre e divertida, com bastante babados. Podemos ver tons terrosos se misturando com tons coloridos.

O desfile contou com uma “paisagem” bastante verão, com plantas da estação e música com uma batida mais vibrantes, podemos ver um tom escuro na passarela.

Confira o vídeo:

Padrão
Fashion

Elie Saab – Paris Fashion Week

Um desfile com bastante sensualidade, mostrando uma mulher muito feminina, mas ao mesmo tempo, simples e sofisticada.

Com peças jogando entre neutras, color e metalizados, vimos muito cut-out, vestidos fluídos, cinturas mais marcadas, ombros a mostra e um toque dos anos 40.

A marca veio com um desfile simples, mas elegante, mostrando que a mulher pode ser sofisticada e ao mesmo tempo sensual.

Confira o desfile abaixo:

FFW no YouTube
Padrão
Fashion

Valentino – Paris Fashion Week

Um desfile digno de classe e sofisticação. Vimos a Valentino usar o branco como cor base para suas pecas. Na verdade, vimos muito branco.

Pode se ver muitos cortes a laser em detalhes de vestidos, camisas e peças que substituíram a alfaiataria tradicional apresentada por outras marcas.

Podemos ver sim, algumas cores, como: verde, azul e até o vermelho que é a aposta desta estação.

Com vestidos muito femininos, mostrando a silhueta até blazers oversizes.

Veja o desfile abaixo:

FFW ano YouTube
Padrão
Fashion

Stella McCartney – Paris Fashion Week

O desfile da marca Stella McCartney foi bastante extrovertido. Se passando em uma rua de Paris, com o público sentado em cadeiras na calçada, a marca apresentou peças muito bonitas, desde leves até mais pesadas.

Vimos desde jeans, até trend coat. Passando por muita alfaiataria, cores neutras contrastando com o metalizado.

Confira o desfile:

FFW no YouTube
Padrão
Fashion

Victoria Beckham – Paris Fashion Week

O que esperar da renomada marca Victoria Beckham? Classe, elegância e ao mesmo tempo arrojada, essa é o DNA a marca.

Com bastante transparência nos vestidos alongados, cores neutras e sofisticadas e claro, o famoso terninho que é a peça chave da marca.

Vimos vestidos com cortes arrojados, ao mesmo tempo que longos, vimos alguns curtos, macacões, muita alfaiataria. A alfaiataria sempre foi a peça chave da marca Victoria Beckham.

Mas claro, os olhos não ficaram somente nas peças, mas sim na família Beckham presente e em Kendall Jenner desfilando para a marca.

FFW no YouTube
Padrão
Fashion

Chloé – Paris Fashion Week

A marca Chloé trouxe todo o seu DNA para a passarela, regada de roupas muito femininas. Vestidos fluídos fizeram parte do mood desta temporada.

Vimos muito as cores preta, branca e metalizado. Em alguns momentos podemos ver um pop de cor, seja nas bolsas em tons vermelhos ou em alguns look yellow completo.

Mas o mais importante, vimos muito cut-out, mito colo a mostra. O desfile terminou com a despedida da estilista ao som da bateria da Mangeira.

Veja aqui o desfile:

FFW no YouTube
Padrão