A marca LV uma das mais famosas e esperadas do PFW entrou no catwalk para mostrar que não é mais uma marca tradicional, que veio para inovar.
A nova coleção veio totalmente desconstruída, ao contrário das outras marcas, mostrou um modo andrógino de peças femininas, com peças oversizes, longe do corpo, silhuetas mais quadradas e cores mais sóbrias.
Vemos muitos metais que antes eram somente das bolsas e malas. Agora vemos em peças de roupas.
Uma mistura completamente fora do normal, cinturas baixas, calças largas, jaquetas puffer, sneaker e Kanye West. Essa foi a definição desse desfile.
Com um ar futurístico, mas ao mesmo tempo artístico, a marca veio para mostrar que não é qualquer uma. Cores vibrantes, mas ao mesmo tempo o severo preto faziam parte do desfile que se deu em volta de um poço de lama. Vai entender né?!
Com a Torre Eiffel ao fundo, Yves Saint Lauren apresentou um desfile simples, mas belíssimo.
Com vestidos justos, mas com cores sóbrias, acompanhados de casacos longos de couro, contrastando com o justo e o oversized. Muita marcação nos ombros e capuzes mostravam uma mulher mais séria, mais introvertida, mas ao mesmo tempo poderosa.
Jaquetas de couro, casacos de couro, vestidos longos justos e transparentes foram alguns dos pontos altos do desfile. Cores contrastantes faziam par com capuz e ombros a mostra.
Depois de muitos anos mostrando desfiles significativos com iluminação, passarelas teatrais, a marca veio para esse PFW dando destaque as pecas.
O Paris Fashion Week já começou com marcas fortes, que deixaram seu DNA imprimido. A Off-White foi uma das primeiras marcas a desfilar seu Inverno 22/23.
A marca trouxe uma pegada de luxo com high fashion, ou seja, o luxo das marcas maiores com uma pegada de street style. Essa pegada pode-se ver no looks chamadas de “vida real”, onde podemos ver jaquetas, saias e blusas com print e mensagens.
Mas o que chamou bastante atenção, foi as modelos dos anos 90 que desfilaram, tal como: Cindy Crawford e Naomi Campbell.
A Fendi veio para o Paris Fashion Week de Janeiro com formas futurísticas, cores mais sóbrias (como tantos outros estilistas e marcas). Tecidos de alta tecnologia, modelagem reta e muito glamour.
Apesar do tom futurístico, a Fendi mostrou um desfile de alta qualidade para a coleção alta costura. Modelos com extremo luxo, brilhos discretos mas ao mesmo tempo que se destacam na passarela e nas peças. Renda, cortes e cores sóbrias fizeram o desfile ganhar muitos elogios.
Não podemos falar em Valentino, sem lembrarmos de sofisticação…e foi assim que a marca se apresentou no Paris Fashion Week Haute Couture dessa semana. Luxo, sofisticação e glamour foram apenas algumas das palavras que podemos descrever o desfile. Diversidade é outra que descreve bem a marca nessa semana.
Trazendo um grupo seleto de modelos mais velhas que o dito padrão, consagrando os cabelos brancos, mostrando todos os tipos de corpos com modelos fora do tamanho 36 e agregando homens ao desfile.
O designer criativo da marca, Pierpaolo Piccioli assinou a coleção Anatomy Of Couture (anatomia da alta costura), com peças clássicas, mas com todo o luxo que a marca tem. Cores sóbrias, tecidos de alta tecnologia, cortes sofisticados agregando com um toque de brilho as peças.
Em 2019, Virginie Viard assumiu a criação da Chanel. A ideia da estilista é que para cada peça de alta costura, haveria uma read to wear. O que deixou as pessoas um pouco com o pé atrás em relação ao destino da marca.
A marca agregou muito luxo a suas peças, mostrando que a Chanel é ainda a maior marca de moda do mundo. A embaixadora Charlotte Casiraghi (amazona, atual princesa de Mônaco-filha de Carolina de Mônaco) deu a partida ao desfile montada em um cavalo à pedido do artista Xavier Veilhan, que desenvolveu a estrutura do desfile em formato de uma hípica. O cavalo representa o construtivismo já aplicado por Karl Lagerfeld e por Coco Chanel (um dos esportes preferidos da visionária).
Imagem Pinterest
No desfile do Paris Fashion Week dessa semana, Viard não deixou a desejar e mostrou um desfile conciso, com peças de alta qualidade que já é característica da marca. Os tweed não puderam faltar e além dos conjuntinhos, vieram vestidos e casacos. Em contraponto, também viemos tecidos mais leves e transparente como seda e organza. As saias entreabertas na frente, para mostrar camadas de renda.
Ontem aconteceu o desfile de uma das marcas que eu mais amo, a Dior. O desfile aconteceu dentro da semana de moda de Paris. O desfile foi presidiado pela estilista e diretora da marca – Maria Grazia.
Haute Couture é o desfile de luxo das marcas, onde as peças são de alta costura, diferente dos desfile Read To Wear ou Cruise, que são peças comerciáveis e de valores mais baixos. O desfile contou com cores neutras – cinzas, branco, preto e um pouco de ponto de luz.
Criticada pela maioria, a marca não trouxe inovação nem no modelo do desfile e nem nas peças, que contam com a mesma silhueta e o mesmo corte de outros desfiles da Dior. O desfile mostrou peças mais sóbrias, vestidos mais simples e um leve toque de brilho para alegrar.
Em relação as cores, muitas marcas optaram por mostrar cores mais sóbrias nessa semana de moda, alguns referiram-se ao fato do aumento de números de casos na pandemia, outras foram mesmo contra o que está na moda – Moda Dopamina.