Uma das marcas que mais gosto, a Dior apresentou um desfile exemplar. Todo batendo na tecla do feminismo, mas com looks totalmente andróginos, oscilando entre o preto, branco e suas variações.
Com um background todo em fúcsia e amarelo, a Dior mostrou um empoderamento feminino através das peças. Cortes retos, muita camisaria de diversas formas e cortes, saias longas, jaquetas estilo moto bike e transparência.
Uma das minhas marcas de luxo favoritas, a Dior chega a Paris de uma forma bastante teatral. O início do desfile teve uma apresentação de balé, seguido do próprio desfile em si.
Homenageando e se inspirando em Catarina de Medici, a DIOr apresenta uma releitura do espartilho. Rendas fazem parte de casacos, vestidos e saias.
Seguindo sempre a linha de cores muito sóbrias, vemos muito preto no começo do desfile, cinza e marrons.
O desfile que se inspirou na rainha consorte da França, mostrou luxo em cores simples, finalizando com vestidos pretos com florais.
Ontem aconteceu o desfile de uma das marcas que eu mais amo, a Dior. O desfile aconteceu dentro da semana de moda de Paris. O desfile foi presidiado pela estilista e diretora da marca – Maria Grazia.
Haute Couture é o desfile de luxo das marcas, onde as peças são de alta costura, diferente dos desfile Read To Wear ou Cruise, que são peças comerciáveis e de valores mais baixos. O desfile contou com cores neutras – cinzas, branco, preto e um pouco de ponto de luz.
Criticada pela maioria, a marca não trouxe inovação nem no modelo do desfile e nem nas peças, que contam com a mesma silhueta e o mesmo corte de outros desfiles da Dior. O desfile mostrou peças mais sóbrias, vestidos mais simples e um leve toque de brilho para alegrar.
Em relação as cores, muitas marcas optaram por mostrar cores mais sóbrias nessa semana de moda, alguns referiram-se ao fato do aumento de números de casos na pandemia, outras foram mesmo contra o que está na moda – Moda Dopamina.