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Jil Sander Spring Summer 2026 no Milan Fashion Week: minimalismo repaginado com sofisticação

O desfile da Jil Sander Spring Summer 2026 no Milan Fashion Week reafirmou a força do minimalismo sofisticado da marca, com uma coleção que une linhas limpas, design preciso e uma elegância discreta, sempre atualizada para o espírito contemporâneo.

A essência da coleção

Conhecida como referência de moda minimalista, a Jil Sander apresentou uma coleção que revisita a alfaiataria com frescor e leveza. Tecidos fluidos como seda e algodão ganharam destaque em vestidos retos, camisas alongadas e calças de corte impecável, trazendo uma sensação de movimento e modernidade.

A paleta de cores foi pautada por tons neutros – branco, preto, bege e cinza – com pontos estratégicos de cores vibrantes como azul profundo e amarelo cítrico, que quebraram a sobriedade e adicionaram frescor.

Detalhes marcantes do desfile

A coleção Jil Sander SS26 destacou-se pelos elementos que reforçam a identidade da marca:

Alfaiataria desconstruída com proporções inovadoras. Vestidos midi e longos de silhueta reta e elegante. Acessórios minimalistas em couro, bolsas estruturadas e sandálias de linhas geométricas. Tecidos sustentáveis e naturais, reafirmando o compromisso da marca com a moda consciente.

Jil Sander e o futuro do minimalismo

Com sua proposta clean e atemporal, a Jil Sander mostrou no Milan Fashion Week 2026 que o minimalismo continua a ser uma das linguagens mais sofisticadas da moda. A coleção Spring Summer 2026 é uma tradução perfeita de estilo urbano, funcional e refinado, voltado para quem busca elegância sem excessos.

Fonte: FF Channel
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COS Fall/Winter 2025/26 no NYFW: estética, textura e funcionalidade

A COS apresentou sua nova coleção Fall/Winter 2025-26 na New York Fashion Week, conduzida pela direção criativa de Karin Gustafsson.  A proposta reafirma o compromisso da marca com o minimalismo escandinavo, valorizando a forma, a textura e a utilidade em cada peça. 

Paleta & atmosfera

A paleta explora tons sóbrios e elegantes: azul-marinho (navy), cinza ardósia (slate gray), burgundy, preto profundo e marrom escuro.  Essas cores conferem uma atmosfera de sobriedade, porém enriquecida por contrastes sutis entre os tecidos. Há calor nas cores terrosas contra a frieza dos tons frios. 

Materiais & construção

Texturas ganham papel de destaque. Tricôs com trama “basket weave” criam dimensão, contrapondo-se aos tecidos lisos, como o lã dupla face (double-face wool) e acabamentos poliçados.  Peças com shearling aparecem como ponto de aconchego numa coleção de estética austera. 

A alfaiataria é revisitada com sobriedade: cortes retos, silhuetas retas, paletós de formato contido, calças longas e clean, ombros suaves.  Detalhes funcionais como cintos e abas (belts and tabs) nas bolsas, casacos, ou cinturas permitem ajustes, conferindo personalização e utilidade mesmo dentro de uma linguagem minimalista. 

Silhuetas & tendências

As silhuetas mantêm uma “limpeza” quase anos 1990: proporção alongada, cortes retos, ombros suaves.  Há também um diálogo com referências de meados do século XX: decotes abertos, cinturas marcadas (às vezes), formas que evocam arquitetura da moda sem cair em revivals literais.  O layering é estruturado, peças externas (sobretudos, casacos) têm presença sólida, mas sem pesar no movimento. 

Temas & valor

A coleção reitera valores centrais da COS: usabilidade, durabilidade, moda como sistema de camadas, não como espetáculo momentâneo.  O minimalismo aqui não significa ausência, mas economia de formas com riqueza de acabamento e atenção aos materiais.  

Fonte: FF Channel
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