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Bottega Veneta Fall/Winter 2026 na Milan Fashion Week

Na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026/27, Bottega Veneta apresentou uma coleção que faz da dualidade entre estrutura e sensualidade a sua grande narrativa — um diálogo entre o rigor arquitetônico da cidade de Milão e a sua alma suave e táctil. A diretora criativa Louise Trotter, em sua segunda coleção para a casa, reforçou esse contraste como ponto de partida para um guarda-roupa que mistura precisão técnica com sensações orgânicas. 

Uma coleção inspirada em Milão

O desfile foi realizado no histórico Palazzo San Fedele, no coração de Milão, refletindo a ligação da marca com a cidade italiana e sua identidade visual robusta. A coleção FW26 abre com peças de alfaiataria sóbria e estrutura rígida, evocando o brutalismo moderno presente na arquitetura urbana — um começo que gradualmente se transforma em looks mais sensuais e texturizados, traduzindo a intimidade escondida sob as fachadas duras da cidade. 

Texturas e materiais: toque e presença

A ênfase em texturas ricas foi um dos pontos altos da coleção. Materiais como lã felpuda, shearling e seda escovada foram protagonistas, criando uma sensação de conforto e profundidade. Trotter explorou silhuetas amplas e drapeadas, incluindo casacos statement estruturados, trench coats marcantes e peças oversized que reforçam uma presença confiante e elegante para o inverno. 

Peças clássicas de Bottega Veneta, como os acessórios em couro intrecciato, apareceram reformulados com detalhes lúdicos e funcionais, mantendo a identidade distintiva da marca enquanto dialogam com a praticidade contemporânea. 

Narrativa e estética

O fio condutor da coleção — o equilíbrio entre brutalismo e sensualidade — resultou em um carnaval visual de formas sólidas que cedem espaço a superfícies mais suaves e táteis ao longo da apresentação. A paleta, embora predominantemente sóbria, ganhou momentos de profundidade colorida que reforçam o senso de textura e energia das peças. 

O resultado é uma coleção que se posiciona no centro da moda atual: sofia, sólida e sensorial, capaz de traduzir referências arquitetônicas em peças que parecem feitas para serem vividas.  

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Ferragamo Fall/Winter 2026 na Milan Fashion Week: elegância histórica reinterpretada

Na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026, Ferragamo apresentou uma das coleções mais sofisticadas e narrativamente densas da temporada, sob a direção criativa de Maximilian Davis. O desfile, realizado no ambiente intimista da Triennale di Milano, evocou a atmosfera de um speakeasy dos anos 1920 — um cenário de glamour discreto, mistério e estilos que conjuram memórias históricas enquanto projetam um olhar contemporâneo sobre o vestuário de luxo. 

Narrativa e inspiração: entre speakeasies e marinha

A coleção mergulhou nas referências do início do século XX, em especial nas subculturas que floresceram durante a década de 1920. Inspirada tanto pelo jazz e a liberdade social desse período quanto pela estética marítima sutil — com alusões ao vestuário náutico em colarinhos, peacoats e detalhes de botões — a linha FW26 é uma mistura de tradição e reinvenção. 

O resultado apresenta casacos de corte impecável, peças de tricô cuidadosamente trabalhadas e volumes que equilibram estrutura e fluidez. A paleta de cores — dominada por tons clássicos como marinho, preto, cinza e marfim, com toques mais vivos como roxo profundo e vermelho cereja — reforça a dualidade entre sobriedade e expressão audaciosa. 

Do utilitário ao sensual: o equilíbrio da coleção

Davis buscou uma conjunção entre funcionalidade e estética elegante. Os primeiros looks remetiam a silhuetas utilitárias, com cortes deliberados e detalhes práticos, que transitam para peças mais fluidas no final do desfile — tecidos como georgette e lamê pleated trazendo movimento e uma sensualidade refinada à passarela. 

Essa progressão narrativa refletiu um conceito maior: vestimentas que vestem tanto a mulher moderna, ativa e poderosa quanto a figura clássica de glamour — sugerindo que a verdadeira elegância está em transcender convenções e expectativas.

Detalhes e acessórios: tradição com inovação

Como sempre em Ferragamo, os acessórios não foram apenas complementares, mas elementos conceituais da coleção. A reinvenção de formas de calçados inspiradas em técnicas históricas, com saltos detalhados e perfis esculpidos, destacou o cuidado técnico. Bolsas e detalhes metálicos dialogaram com a narrativa geral, carregando um senso de coesão entre roupa e acessórios. 

Em uma temporada onde muitas marcas exploraram extravagância ou minimalismo radical, Ferragamo encontrou um meio-termo: um desfile que honra sua trajetória histórica e, ao mesmo tempo, se projeta para o futuro com confiança e refinamento artesanal.

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Dolce & Gabbana Fall/Winter 2026 na Milan Fashion Week

A Dolce & Gabbana apresentou na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026 uma coleção que reafirma seus códigos mais icônicos: sensualidade italiana, alfaiataria precisa e dramaticidade calculada. Em uma temporada marcada por discursos mais contidos, a marca apostou na intensidade — estética e emocional.

Sensualidade como assinatura

Rendas pretas, transparências estratégicas e vestidos estruturados trouxeram à passarela a feminilidade poderosa que sempre definiu a casa. A silhueta ampulheta apareceu valorizada, enquanto corsets, blazers ajustados e saias lápis reforçaram uma narrativa de força e sedução.

Alfaiataria e contraste

Entre o romantismo e o rigor, a coleção equilibrou vestidos etéreos com ternos de corte preciso. O preto dominou a paleta, pontuado por dourado barroco, vermelho profundo e texturas ricas — veludo, cetim e aplicações bordadas.

O espetáculo italiano

Mais do que roupas, o desfile entregou atmosfera: trilha dramática, iluminação teatral e uma construção visual que remete ao cinema clássico italiano. Dolce & Gabbana não propõe minimalismo — propõe presença. E na temporada FW26, presença foi exatamente o que a marca entregou.

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Moschino Fall/Winter 2026 na Milan Fashion Week: irreverência, cultura pop e assinatura criativa no centro de Milão

Na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026/27, a Moschino reforçou seu lugar como uma das casas mais inventivas e visualmente ousadas do calendário italiano. Apresentada em 27 de fevereiro, a coleção assinada pelo diretor criativo Adrian Appiolaza combinou humor, referências culturais e elementos narrativos para criar uma experiência de moda que ultrapassa as expectativas tradicionais de um desfile. 

Uma coleção que dialoga com identidade cultural e imagética

Diferentemente de narrativas puramente minimalistas ou utilitárias vistas em outras passarelas desta temporada, Moschino trouxe para a passarela referências artísticas e culturais globais — com destaque para ícones como a figura de Mafalda, personagem do célebre cartunista argentino Quino, que surgiu como elemento visual recorrente nas peças e imagens do show. Essa apropriação não apenas adiciona um tom lúdico e narrativo à coleção, mas também reforça uma conexão entre moda e cultura pop que vai além do óbvio. 

A presença desses símbolos pode ser lida como um gesto de afirmação de identidade em um momento em que temas socioculturais ganham cada vez mais espaço nas conversas de moda contemporânea — transformando a passarela em uma tela de expressão criativa e crítica. 

Irreverência e assinatura visual Moschino

A coleção FW26 da Moschino explorou silhuetas marcantes, cores contrastantes e detalhes surreais, mantendo-se fiel à estética irreverente que caracteriza a grife desde seus primórdios. Peças com proporções exageradas, contrastes gráficos e elementos inesperados — como estampas e referências icônicas da cultura pop — tornaram o lineup visualmente impactante e memorável. 

Essa atitude criativa reflete a capacidade da marca de transformar o vestuário em narrativa — uma linguagem visual que dialoga tanto com quem acompanha moda como com quem vê no design uma expressão de identidade e atitude. 

Presença e impacto no calendário da moda milanesa

No contexto amplo da Milan Fashion Week, onde muitas casas optam por apresentar coleções que equilibram tradição e pragmatismo, a Moschino se destacou por reforçar a importância de se ousar e questionar. Ao trazer ícones culturais e humor como partes integrantes da coleção, a marca reafirma sua relevância crítica e estética no cenário internacional da moda. 

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Tod’s Fall/Winter 2026 na Milan Fashion Week: quando o luxo encontra a vida real

A Milan Fashion Week Fall/Winter 2026 foi marcada por contrastes: enquanto algumas grifes apostaram em narrativas exuberantes e visuais expressivos, outras — como Tod’s — optaram por uma reflexão mais íntima e centrada na experiência do vestir no cotidiano. 

Nesta temporada, Tod’s apresentou sua coleção Fall/Winter 2026-27 sob o conceito “The Italian Touch”, uma visão que vai além do simples desfile para celebrar a arte de viver italiana, a conexão entre pessoas e o valor do tempo compartilhado. 

Uma coleção centrada no essencial

Em vez de um tradicional desfile com passarela, Tod’s escolheu um formato mais cinematográfico e narrativo: a coleção foi apresentada através do vídeo “The Italian Touch”, gravado na icônica Villa Necchi Campiglio em Milão, onde um grupo de amigos se reúne em torno de uma mesa. 

Essa escolha estética e narrativa reflete a proposta da marca para a estação — autenticidade, espontaneidade e luxo vivido, não apenas exibido. Os protagonistas do vídeo não são modelos profissionais, mas pessoas reais, convidadas justamente por quem elas são. 

Peles, tecidos e tradição artesanal

O cerne da coleção permanece fiel aos valores que sempre definiram Tod’s: materiais premium, técnica artesanal e atenção ao detalhe. O destaque fica por conta do Winter Gommino, a bota icônica da marca, reinterpretada com solas robustas, forros em cashmere ou shearling e proporções que equilibram tradição e funcionalidade — perfeita tanto para ambientes urbanos quanto para climas alpinos. 

Os casacos e jaquetas em couro e camurça aparecem em paletas sóbrias, com texturas naturais que reforçam o compromisso da marca com o conforto e a durabilidade ao longo da estação fria. A coleção aposta em peças que parecem ter sido feitas para serem usadas de verdade, e não apenas admiradas à distância.

Uma resposta à moda contemporânea

No contexto geral da Milan Fashion Week 2026, muitas marcas procuraram equilibrar fantasia e realidade, criatividade e pragmatismo. Enquanto algumas casas exploraram glamour teatral ou narrativas audaciosas, a Tod’s encontrou sua voz na simplicidade sofisticada e na elegância prática — uma abordagem que ressoa com consumidores cada vez mais interessados em valor duradouro e autenticidade, em vez de apenas tendência passageira. 

O desfile da Tod’s Fall/Winter 2026 não foi apenas uma coleção — foi um gesto. Um convite para repensar o luxo, para valorizá-lo como um estilo de vida feito de relações humanas, conforto e qualidade diária. Em uma Milan Fashion Week que navegou entre o espetáculo e o introspectivo, Tod’s se posicionou como um porto seguro para quem busca moda com significado e substância.

Fonte: Elle
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Prada Inverno 2026: disciplina estética e emoção contida

Na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026, a Prada entregou um desfile que reafirma sua posição como uma das casas mais intelectualmente consistentes da moda contemporânea. Sob a direção criativa de Miuccia Prada e Raf Simons, a coleção explorou a tensão entre estrutura e fragilidade, rigor e sensualidade sutil.

A Prada não trabalha com obviedades. Trabalha com construção de pensamento.

A silhueta: entre proteção e exposição

A coleção apresentou uma silhueta precisa, quase arquitetônica:

Casacos estruturados com ombros definidos Saias midi com corte limpo e movimento controlado Malhas densas sobrepostas a tecidos mais leves Vestidos minimalistas interrompidos por recortes inesperados

Há uma sensação de proteção — como se as roupas fossem armaduras urbanas — mas também momentos de vulnerabilidade nas transparências discretas e nas proporções ligeiramente deslocadas.

Texturas e materiais

Lã encorpada, couro polido, nylon técnico e tricôs compactos criaram contraste tátil. A Prada continua dominando a arte de transformar materiais utilitários em luxo intelectual.

A paleta foi contida: cinzas industriais, marrom profundo, verde-escuro, preto e toques de vermelho fechado. Nada grita. Tudo é calculado.

O cenário e a atmosfera

O espaço do desfile reforçou a narrativa de introspecção. Linhas limpas, iluminação estratégica e um ritmo cadenciado de passarela criaram uma experiência quase meditativa. A Prada parece interessada em desacelerar o olhar — obrigar o público a observar detalhes, cortes e proporções.

O que essa coleção sinaliza

A temporada Fall/Winter 2026 da Prada aponta para três movimentos importantes:

Rigor como resposta ao excesso – menos espetáculo, mais precisão. Feminilidade intelectualizada – sensualidade implícita, não explícita. Luxo silencioso com identidade forte – minimalismo, mas nunca genérico.

Em um mercado saturado de tendências rápidas, a Prada reforça que estilo é construção de longo prazo.

Tendências que podem ecoar

Alfaiataria com ombros definidos Saias midi estruturadas Sobreposições compactas Paleta neutra profunda Texturas utilitárias elevadas ao luxo

O desfile da Prada na Milan Fashion Week Fall/Winter 2026 não foi feito para viralizar — foi feito para durar.

É moda que exige atenção. Que propõe reflexão. Que constrói identidade.

E talvez seja exatamente isso que o momento pede: menos ruído, mais substância.

Fonte: Google

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Emporio Armani Fall/Winter 2026-27: tradição com toque contemporâneo

Nesta Milan Fashion Week 2026, a Emporio Armani apresentou uma das coleções mais comentadas da semana: uma sfilata co-ed que reafirma o compromisso da marca com elegância urbana, versatilidade e um diálogo claro entre passado e presente. 

Um novo capítulo sob liderança criativa familiar

A coleção é a primeira apresentada sob a direção conjunta de Silvana Armani e Leo Dell’Orco, respectivamente responsáveis pelo womenswear e menswear — herdeiros criativos do legado de Giorgio Armani. Eles conseguiram um resultado que honra os fundamentos clássicos da maison, ao mesmo tempo em que introduz nuances modernas e inesperadas. 

O desfile se move com naturalidade entre peças de inspiração urbana e referências clássicas: trench coats envolventes, complets com volumes relaxados, cardigãs longos e malhas suaves compõem um guarda-roupa que transita com facilidade entre o cotidiano e momentos mais formais. 

Estética e narrativa da coleção

O conceito central parece ser “escolher quem você quer ser” — uma ideia de identidade vestível e multifacetada que celebra tanto a disciplina das linhas clássicas quanto a leveza do estilo urbano contemporâneo. 

Silhuetas e materiais

Volumes fluidos e estruturados: complets que brincam com proporções, equilibrando relaxamento e definição;  Texturas variadas: tweed, lã, maxi peles e detalhes ricos em textura, que trazem profundidade à paleta;  Vestir sem fronteiras de gênero: a coleção co-ed destaca peças transversais que funcionam tanto no universo feminino quanto no masculino;  Cores e nuances: do clássico greige (bege + cinza) ao marrom, azul profundo e toques de bordeaux — um espectro que é ao mesmo tempo tradicional e atual. 

Atmosfera do desfile e presença no front row

A energia da passarela refletiu um equilíbrio entre serenidade e dinamismo — com modelos marchando em pares ou em pequenos grupos, evocando uma espécie de coreografia viva que funde masculinidade e feminilidade. 

No front row, nomes como Kendall Jenner e Nicholas Galitzine marcaram presença, ressaltando a mistura de glamour e estilo urbano que o show propõe — Jenner, por exemplo, trouxe um look minimalista e elegante que dialoga com a estética da coleção. 

A mensagem por trás da coleção

O desfile da Emporio Armani durante a Milan Fashion Week 2026 se posiciona como um manifesto de moda funcional e acessível, sem abrir mão da sofisticação. Ele sugere que a elegância não está apenas no formalismo extremo, nem na ruptura radical, mas no equilíbrio entre tradição, usabilidade e liberdade de expressão através das roupas.

Este foi um momento importante para a marca: não apenas por reafirmar seu lugar no calendário internacional, mas por mostrar que o legado de Armani continua vivo e relevante, mesmo em um cenário pós-fundador que olha para o futuro com confiança criativa. 

A coleção de Emporio Armani na Milan Fashion Week 2026 é um exemplo de como uma casa icônica pode renovar seu discurso estético sem perder sua essência. É um convite a vestir quem você é — com estilo, com história e com leveza.

Fonte: Google
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Gucci inaugura nova fase na Milan Fashion Week 2026

A Gucci apresentou esta semana, em Milão, um dos desfiles mais aguardados da temporada — e talvez o mais estratégico dos últimos anos. A coleção marca oficialmente o início de uma nova fase criativa sob a direção de Demna, trazendo uma mudança perceptível no tom, na construção e na intenção da marca.

Não foi um desfile sobre excesso. Foi um desfile sobre identidade.

Entre herança italiana e tensão contemporânea

A coleção construiu um diálogo interessante entre o passado da maison e uma leitura atual da sensualidade Gucci. Houve referências claras aos anos 90 — período emblemático da casa — mas sem nostalgia literal.

Na passarela:

Alfaiataria de ombros marcados e cintura definida Vestidos rendados e transparências estratégicas Couro polido com acabamento quase arquitetônico Legging-pants e silhuetas mais ajustadas ao corpo Tons profundos: vinho, verde-musgo, preto e marrom

O styling reforçou uma estética mais enxuta, menos performática e mais calculada. Existe um desejo evidente de reposicionamento: menos ruído, mais consistência.

Kate Moss e o momento viral

O fechamento do desfile ficou por conta de Kate Moss, em um look que imediatamente dominou as redes sociais. A escolha não foi casual. Kate representa uma era de sensualidade crua e sofisticada — exatamente a tensão que a nova Gucci parece querer recuperar.

O que isso significa para a marca

A Gucci atravessa um momento delicado no mercado de luxo. Consumidores estão mais seletivos, mais conscientes e menos interessados em peças que vivem apenas de hype.

Esse desfile sinaliza três movimentos claros:

Retorno aos códigos históricos, mas com lapidação contemporânea Construção de desejo através da silhueta, não apenas do logotipo Aposta em produto real, usável e comercialmente estratégico

Demna não tentou apagar o passado recente da marca — mas ajustou o volume. Há mais foco na construção do guarda-roupa do que no espetáculo.

Tendências que devem ecoar

Sensualidade sofisticada (menos óbvia, mais implícita) Alfaiataria estruturada feminina Transparências no daywear Couro minimalista Silhuetas longilíneas e ajustadas

A Gucci desta temporada não quer gritar. Quer afirmar.

É um movimento inteligente para um mercado que vive uma ressaca de exageros visuais. Se essa direção se consolidar, podemos estar diante de uma das transições criativas mais importantes da década na moda de luxo.

E talvez, finalmente, estejamos vendo o início de uma Gucci que equilibra herança, desejo e estratégia com maturidade.

Fonte: Google
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Alberta Ferretti Spring/Summer 2026: Romance, leveza e elegância contemporânea em Milão

Na Milan Fashion Week Spring Summer 2026, Alberta Ferretti encantou com uma coleção marcada por fluidez, romantismo e sofisticação discreta. O desfile trouxe vestidos etéreos, alfaiataria leve e uma estética que une intimidade e feminilidade contemporânea.

A proposta da marca foi criar uma atmosfera de elegância íntima, em que cada look transmite leveza e conforto, ao mesmo tempo em que reforça a força de um estilo atemporal.

As tendências que marcaram o desfile

✨ Silhuetas fluidas – vestidos drapeados, saias longas e tecidos leves que acompanham o movimento do corpo.

✨ Alfaiataria relaxada – blazers e jaquetas usados abertos, combinados com tops e peças minimalistas.

✨ Paleta neutra e sofisticada – preto, bege, azul, branco e tons terrosos foram destaque.

✨ Estilo relax-chic – calças amplas, caftans e slips reforçam conforto com sofisticação.

✨ Sapatos planos – mocassins, sandálias rasteiras e slippers mostraram que conforto é o novo luxo.

O significado por trás da coleção

Ferretti buscou traduzir a ideia de vida interior e privacidade em roupas que vestem o dia a dia real da mulher moderna. A feminilidade aqui é delicada, mas firme, transmitindo poder em sua sutileza.

Essa abordagem conecta a marca ao desejo atual por moda usável, versátil e confortável, sem perder a aura de luxo e exclusividade.

O desfile Alberta Ferretti Spring Summer 2026 reafirma o estilo da maison italiana: romantismo moderno, leveza e atemporalidade. Mais do que roupas, a coleção apresentou um estilo de vida sofisticado e íntimo, que valoriza conforto e elegância em equilíbrio perfeito.

Fonte: fashion Feed

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Diesel Spring Summer 2026 surpreende na Milan Fashion Week com apresentação urbana e imersiva

Na temporada Spring Summer 2026, a Diesel mostrou por que continua sendo uma das marcas mais disruptivas da Milan Fashion Week. Sob direção criativa de Glenn Martens, a marca transformou o tradicional desfile em uma experiência urbana imersiva, aproximando a moda do público em geral.

Em vez de uma passarela fechada e exclusiva, a Diesel espalhou modelos dentro de cápsulas transparentes em 18 pontos estratégicos da cidade de Milão, convidando o público a participar de uma verdadeira “caça ao ovo da moda”. Essa estratégia ousada chamou atenção de fashionistas, turistas e moradores, tornando o evento um espetáculo coletivo.

A coleção Diesel Spring Summer 2026

Com 55 looks co-ed, a coleção manteve o DNA da Diesel: o denim como protagonista, acompanhado por rasgos, lavagens especiais, sobreposições e cortes desconstruídos.

O resultado foi uma moda que une streetwear, atitude jovem e refinamento experimental, provando que o jeans segue sendo um dos tecidos mais versáteis da moda contemporânea.

Glenn Martens explorou referências de desgaste natural e reconstrução, criando peças que dialogam com a cultura urbana e a estética pós-moderna.

Democratização da moda: um desfile aberto a todos

Ao ocupar espaços urbanos como bares, praças e pontos turísticos, a Diesel mostrou uma nova forma de democratizar a moda.

Essa estratégia elimina a barreira do “front row” exclusivo e transforma a cidade inteira em palco.

Além do impacto visual, a iniciativa fortalece o branding da Diesel, conectando-se com seu público-alvo: jovens urbanos, criativos e conectados às redes sociais.

Tendências que marcaram a apresentação

Experiência imersiva: a moda como espetáculo público. Denim reinventado: jeans tratado, desconstruído e experimental. Estética urbana: looks que misturam irreverência e sofisticação. Moda democrática: desfile aberto, inclusivo e viral.

Conclusão: Diesel é o nome da vez na Milan Fashion Week

A apresentação da Diesel Spring Summer 2026 na Milan Fashion Week não foi apenas um desfile, mas um manifesto sobre o futuro da moda. Ao misturar inovação estética com estratégias urbanas de engajamento, Glenn Martens reforçou o poder criativo da marca e abriu caminho para novas formas de conectar moda e público.

Com essa ousadia, a Diesel reafirma seu papel como símbolo de irreverência, liberdade e vanguarda no cenário fashion global.

Fonte: Diesel
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