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Alberta Ferretti Spring/Summer 2026: Romance, leveza e elegância contemporânea em Milão

Na Milan Fashion Week Spring Summer 2026, Alberta Ferretti encantou com uma coleção marcada por fluidez, romantismo e sofisticação discreta. O desfile trouxe vestidos etéreos, alfaiataria leve e uma estética que une intimidade e feminilidade contemporânea.

A proposta da marca foi criar uma atmosfera de elegância íntima, em que cada look transmite leveza e conforto, ao mesmo tempo em que reforça a força de um estilo atemporal.

As tendências que marcaram o desfile

✨ Silhuetas fluidas – vestidos drapeados, saias longas e tecidos leves que acompanham o movimento do corpo.

✨ Alfaiataria relaxada – blazers e jaquetas usados abertos, combinados com tops e peças minimalistas.

✨ Paleta neutra e sofisticada – preto, bege, azul, branco e tons terrosos foram destaque.

✨ Estilo relax-chic – calças amplas, caftans e slips reforçam conforto com sofisticação.

✨ Sapatos planos – mocassins, sandálias rasteiras e slippers mostraram que conforto é o novo luxo.

O significado por trás da coleção

Ferretti buscou traduzir a ideia de vida interior e privacidade em roupas que vestem o dia a dia real da mulher moderna. A feminilidade aqui é delicada, mas firme, transmitindo poder em sua sutileza.

Essa abordagem conecta a marca ao desejo atual por moda usável, versátil e confortável, sem perder a aura de luxo e exclusividade.

O desfile Alberta Ferretti Spring Summer 2026 reafirma o estilo da maison italiana: romantismo moderno, leveza e atemporalidade. Mais do que roupas, a coleção apresentou um estilo de vida sofisticado e íntimo, que valoriza conforto e elegância em equilíbrio perfeito.

Fonte: fashion Feed

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Diesel Spring Summer 2026 surpreende na Milan Fashion Week com apresentação urbana e imersiva

Na temporada Spring Summer 2026, a Diesel mostrou por que continua sendo uma das marcas mais disruptivas da Milan Fashion Week. Sob direção criativa de Glenn Martens, a marca transformou o tradicional desfile em uma experiência urbana imersiva, aproximando a moda do público em geral.

Em vez de uma passarela fechada e exclusiva, a Diesel espalhou modelos dentro de cápsulas transparentes em 18 pontos estratégicos da cidade de Milão, convidando o público a participar de uma verdadeira “caça ao ovo da moda”. Essa estratégia ousada chamou atenção de fashionistas, turistas e moradores, tornando o evento um espetáculo coletivo.

A coleção Diesel Spring Summer 2026

Com 55 looks co-ed, a coleção manteve o DNA da Diesel: o denim como protagonista, acompanhado por rasgos, lavagens especiais, sobreposições e cortes desconstruídos.

O resultado foi uma moda que une streetwear, atitude jovem e refinamento experimental, provando que o jeans segue sendo um dos tecidos mais versáteis da moda contemporânea.

Glenn Martens explorou referências de desgaste natural e reconstrução, criando peças que dialogam com a cultura urbana e a estética pós-moderna.

Democratização da moda: um desfile aberto a todos

Ao ocupar espaços urbanos como bares, praças e pontos turísticos, a Diesel mostrou uma nova forma de democratizar a moda.

Essa estratégia elimina a barreira do “front row” exclusivo e transforma a cidade inteira em palco.

Além do impacto visual, a iniciativa fortalece o branding da Diesel, conectando-se com seu público-alvo: jovens urbanos, criativos e conectados às redes sociais.

Tendências que marcaram a apresentação

Experiência imersiva: a moda como espetáculo público. Denim reinventado: jeans tratado, desconstruído e experimental. Estética urbana: looks que misturam irreverência e sofisticação. Moda democrática: desfile aberto, inclusivo e viral.

Conclusão: Diesel é o nome da vez na Milan Fashion Week

A apresentação da Diesel Spring Summer 2026 na Milan Fashion Week não foi apenas um desfile, mas um manifesto sobre o futuro da moda. Ao misturar inovação estética com estratégias urbanas de engajamento, Glenn Martens reforçou o poder criativo da marca e abriu caminho para novas formas de conectar moda e público.

Com essa ousadia, a Diesel reafirma seu papel como símbolo de irreverência, liberdade e vanguarda no cenário fashion global.

Fonte: Diesel
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Gucci em Milão: estreia cinematográfica e a nova era “La Famiglia” (Milan Fashion Week SS26)

A Milan Fashion Week Spring/Summer 2026 foi palco de um dos momentos mais esperados da temporada: o lançamento de Demna como novo diretor criativo da Gucci. Em vez de um desfile tradicional, a casa italiana optou por uma apresentação cinematográfica que marca o novo capítulo da marca. 

Contexto e expectativa

A expectativa girava em torno de como Demna — vindo do sucesso na Balenciaga — reinventaria a identidade estética da Gucci.  A escolha de apresentar a coleção por meio de um curta-metragem mostra que o storytelling será um dos pilares dessa nova fase.  O evento ocorreu no Palazzo Mezzanotte, sede da bolsa de Milão, cenário inusitado que reforçou o caráter disruptivo da apresentação. 

“The Tiger” – uma narrativa visual

O filme “The Tiger”, co-dirigido por Spike Jonze e Halina Reijn, foi o veículo para revelar a coleção batizada La Famiglia, com protagonistas como Demi Moore e Edward Norton usando looks que dialogam com temas de poder, legado, relações familiares e ambiguidade estética. 

Em vez de uma passarela clássica, modelos foram posicionados como parte de quadros vivos, integrando o ar dramático e teatral da apresentação. 

A narrativa propõe arquétipos como “La Drama Queen”, “Miss Aperitivo”, “L’Influencer”, entre outros, que representam facetas da identidade Gucci e da cultura contemporânea. 

A coleção “La Famiglia” — identidade e inovação

A nova linha busca sintetizar a essência da Gucci — ou o que muitos chamam de gucciness — reinterpretada por Demna. 

Destaques estilísticos:

Símbolos icônicos revisitados: bolsa Bamboo 1947, Horsebit loafer, monograma GG, florais reinterpretados.  Contrastes de silhuetas: do maximalismo dramático (ex: casacos com penas, joias exuberantes) à sensualidade minimal e fluidez arquitetônica.  Moda sem gênero: peças de alfaiataria, looks de gala e conjuntos transparentes dialogam tanto com o feminino quanto com o masculino.  Sensação de espontaneidade controlada: acessórios usados de modo “despreocupado” — mule leve, slingback, styling que sugere naturalidade (“sprezzatura”). 

Repercussão e impacto — celebridades, mídia e estratégia de marca

A lista de convidados do front row incluiu nomes como Serena Williams, Gwyneth Paltrow, Elliot Page, Jin (do BTS), entre muitos outros.  Demi Moore brilhou com um vestido floral bordado e todo em dourado, combinando com os temas de releitura glamourosa da coleção.  A Gucci já liberou os looks digitalmente, em formato “see-now, buy-now” — estratégia pensada para gerar buzz imediato e relação direta com o consumidor.  É visto como um movimento ousado dentro do grupo Kering para recuperar relevância perante quedas de vendas recentes da marca.  

Fonte: Fashion Feed
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Burberry Spring/Summer 2026 no London Fashion Week: Patrimônio Britânico Reimaginado

O desfile da Burberry Spring/Summer 2026 apresentado no London Fashion Week marcou uma redefinição inspirada do patrimônio britânico. Com Daniel Lee à frente da direção criativa, a coleção aproveitou códigos clássicos da marca — como o trench coat, o tartan e o estilo country-core — para gerar uma nova energia jovem e versátil. 

Temas principais

Herança britânica revisitada: checks icônicos, tartans vibrantes, trenchs em couro ou denim, peças estruturadas que remetem ao campo e à aristocracia britânica, mas tratadas com um toque contemporâneo.  Festival meets country core: o desfile trouxe uma atmosfera de festival campestre nos trajes — tecidos mais suaves, cortes relaxados, botas robustas e acessórios amplos que dialogam entre a sofisticação britânica e o casual boêmio.  Paleta de cor ousada, porém terrosa: tons terrosos como khaki, mostarda, chocolate misturados com lavados de denim; toques de cores mais saturadas como lima, turquesa, vermelho tomate aparecem para destacar. 

Styling e Silhuetas

Trench coats reinventados — em couro, denim-light wash, com franjas ou em versões coloridas.  Peças de alfaiataria — ternos de três peças em risca-de-giz, cortes longos, vincos soltos, como se o formalismo estivesse sendo relaxado para ganhar movimento.  Misturas de texturas — desde couro, denim, franjas, crochê, a tecidos mais rústicos, costuras aparentes e sobreposições que criam profundidade visual.  Acessórios impactantes — botas pesadas tipo biker ou estilo python, bolsas de couro com franjas, lenços/scarfs longos que se estendem além da silhueta, óculos oversized e detalhes chamativos. 

Importância para a marca

Este desfile reafirma o compromisso de Burberry em reviver sua identidade britânica de forma autêntica, mantendo relevância global. Daniel Lee demonstra que o legado da marca — seu arquivo, seus símbolos — não é apenas museu, mas matéria-prima para inovação.

Fonte: Fashion Feed
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Gucci “La Famiglia” — O novo capítulo sob a direção criativa de Demna

No Milan Fashion Week Spring/Summer 2026, a Gucci inaugura uma nova era sob o comando do designer Demna, com sua coleção de estreia intitulada La Famiglia. Através dessa visão ousada, Demna mergulha nos códigos da marca, reinterpreta sua identidade e reaviva o “luxo dramático” que sempre foi parte do DNA da casa. 

La Famiglia: elemento dramático, sensualidade & irreverência

A coleção La Famiglia apresenta 38 looks, com peças tanto femininas como masculinas, explorando contrastes fortes: silhuetas estruturadas vs fluidez; glamour exagerado vs minimalismo pontual. Peças de destaque incluem:

vestidos longos dramáticos, cortes esculturais que arrastam no chão;  ternos estruturados com ombros marcados;  calças de cintura baixa;  tops transparentes, malhas de renda ou mesh, combinados com casacos oversized;  acessórios icônicos revisitados: bolsas, loafers, detalhes do “horsebit” (cabalete) e itens que remetem à herança clássica da Gucci. 

A estética “Gucciness” sob a lente de Demna

Demna não apenas aceita os elementos históricos da marca, como os transforma. Ele introduz personagens/arquetipos — nomes como “Bastardo”, “Androgino”, “Direttore”, “La Bomba”, “Partyboy”, entre outros — que trazem uma narrativa visual muito teatral e carregada de ironia. Esses arquetipos funcionam como retratos modernos de uma “família Gucci”. 

A nova direção criativa enfatiza também o sexy sem vergonha, o extravagante e o audacioso — rompendo com minimalismos discretos, priorizando impacto. 

Estratégia de lançamento e impacto no mercado

Um ponto relevante para SEO e narrativa de moda: La Famiglia foi revelada de maneira digital (Instagram) antes do desfile físico ou da apresentação oficial durante o Milan Fashion Week. Essa estratégia de teaser digital estabelece uma conexão imediata com públicos mais jovens e com a cultura da moda online. 

A coleção estará disponível exclusivamente em 10 boutiques Gucci ao redor do mundo de 25 de setembro a 12 de outubro. As cidades incluem: Nova Iorque, Los Angeles, Londres, Milão, Paris, Pequim, Xangai, Singapura, Seul e Tóquio. 

Porque “La Famiglia” importa

Representa um novo capítulo para a Gucci após a saída de Sabato De Sarno, com Demna assumindo uma posição de destaque para resgatar relevância e identidade.  Marca um retorno ao storytelling na moda de luxo: personalidade, narrativa, experiências visuais fortes.  Tendências antecipadas que podem permear outras marcas: volumes exagerados, sensualidade explícita, fusões gender fluid, uso de transparências, revisitação de referências dos anos 70, ombros fortes — todos elementos que Demna já vinha explorando, mas que agora ganha uma nova escala no universo Gucci. 

La Famiglia de Demna não é apenas uma coleção nova: é um manifesto de moda. Ele propõe uma Gucci mais visceral, cheia de atitude, que honra seu passado enquanto reescreve seus rumos. A estratégia de lançamento, o uso de narrativas visuais e a ousadia estética devem ecoar no mercado de luxo e entre fashionistas, influenciando tendências e redefinindo o que significa “ser Gucci” em 2025 e além.

Fotos: Instagram FFW

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Simone Rocha Spring/Summer na London Fashion Week: Balletcores, contraste e performance

O desfile Simone Rocha Spring/Summer SS26 em Londres combinou romantismo, teatralidade e contrastes ousados, reafirmando-se como um dos momentos mais marcantes da London Fashion Week. Rocha trouxe elementos de dança, flores e volumes dramáticos, sem abrir mão de uma estética pessoal forte e de referências ousadas.

Principais inspirações e concepção

A coleção foi descrita pela própria designer como “performativa, brincalhona e provocativa”.  Simone Rocha se inspirou em grandes nomes da dança como Pina Bausch e Michael Clark, explorando o que acontece no palco e por trás dele – a dualidade entre o visto e o escondido.  A flor cravo (carnation), especialmente através da peça Nelken de Pina Bausch, tem papel simbólico importante: aparece em bordados, no busto de vestidos, como bouquet, ou disfarçando partes mais íntimas ou estruturadas das roupas. 

Silhuetas, tecidos e cores

Silhuetas volumosas: tutus, saias de tule, overlay de transparências, vestidos dramáticos com bustos estruturados.  Contraste de masculino/feminino: peças utilitárias e masculinas (como jaquetas, blazers, elementos de alfaiataria ou cortes mais retos) misturadas com delicadeza, bordados florais, rendas e tule.  Tecidos leves e dramáticos: tule, tule ruffled, transparências, bordados com cristais, mistura de texturas para criar profundidade visual.  Cores: tons doces de rosa, blush, cremes suaves, mas com contrastes drásticos em preto ou cores mais ousadas, para destacar o tema de dualidade. 

Beleza, styling e acessórios

Maquiagem teatral: delineados fortes, máscaras florais com pétalas, lábios com camadas de cor entre neon e tons escuros, pele com aparência natural (“skincare skin”) sem base pesada.  Cabelo com barrettes brilhantes, trançados, penteados elaborados, para complementar o drama visual da coleção.  Acessórios marcantes: bolsas volumosas em tule, formas esculturais, sapatos que misturam o utilitário com o ornamentado. Também destaque para a colaboração com Crocs, com versões “plataforma” e adornadas. 

Significado e impacto

Simone Rocha continua expandindo sua estética de “feminilidade com atitude”, mostrando que romantismo e ornamentação não precisam ser delicados demais ou submissos, mas podem ter força, provocação e complexidade. A coleção fala com públicos que transitam entre gênero, que querem moda que emocione e que conte histórias — de palco, de identidade, de contraste. Em termos de tendência: espera-se um crescimento de looks que misturam balletcore, peças utilitárias com ornamentos, e uma bagagem emocional na moda muito ligada à performance e ao espetáculo.

Conclusão

Simone Rocha SS26 na London Fashion Week é um desfile que reafirma o poder da narrativa visual na moda. Com silhuetas dramáticas, referências de dança, flores simbólicas e contrastes marcantes entre força e romantismo, Rocha entrega mais que roupa: oferece experiência, emoção e estilo que vai ecoar nas próximas temporadas.

Fonte: Google
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Erdem Spring/Summer na London Fashion Week: feminilidade reinventada, texto e trends

A coleção Erdem Spring/Summer desfilada durante a London Fashion Week SS25/26 impressionou por sua combinação de refinamento, história literária e contrastes de gênero. Erdem Moralıoğlu usou sua visão estética para reafirmar que moda não é só o que se veste, mas como se sente — e o desfile fez exatamente isso.

Inspiração literária e contraste de gênero

Erdem se inspirou no livro The Well of Loneliness de Radclyffe Hall, obra seminal na literatura queer, explorando identidades e autorrepresentação. 

Essa referência literária surge também no figurino: a dualidade entre masculinidade e feminilidade é explorada não só nos temas, mas nos cortes — tailleurs bem construídos, ternos, tecidos sóbrios contrastando com vestidos fluidos, rendados, bordados e tecidos translúcidos. 

Silhuetas, cores e tecidos

Silhuetas: o desfile trouxe peças de alfaiataria precisas, como blazers duplos, calças com corte reto, porém entremeadas com vestidos de cintura caída (drop waist), transparências sutis, rendas e laços.  Cores: tons suaves como eau-de-nil, pêssego, prata lamê, verdes profundos e toques vibrantes como rosa choque.  Tecidos e detalhes: bordados delicados, tecidos translúcidos, lamê, além de tecidos mais estruturados para os ternos. Há também uso simbólico de elementos históricos — detalhes como a capa do livro impresso em alguns punhos, monocle usado nos lapelas, remetendo à identidade queer da inspiração. 

Local & apresentação

Este desfile da Erdem não foi só sobre roupas, mas sobre atmosfera. Realizado no British Museum, o cenário reforçou o diálogo entre história, arte e identidade. 

Essa ambientação ajuda a imprimir peso simbólico às peças — não apenas como produto de moda, mas como narrativa visual. É moda com propósito e sentimento.

Tendências destacadas

Do desfile ficam algumas tendências que devem repercutir nas próximas temporadas:

Moda andrógina: mistura de cortes masculinos + femininos, desconstrução de gêneros na roupa. Romantismo moderno: rendas, transparências, detalhes delicados combinados com estrutura. Histórica / literária: inspiração cultural literária, uso de referências simbólicas. Colorido contrastante: pastel + tons vibrantes, contrastes que surpreendem. Craftsmanship: bordados, ajuste de alfaiataria, atenção ao detalhe.

Significado e impacto

O desfile da Erdem vai além do estético: ele reforça discussões importantes sobre identidade de gênero, visibilidade queer e pertencimento. Em tempos em que modas rápidas tendem a homogeneizar estilos, trazer narrativa, história, e questão humana dá profundidade à coleção.

Além disso, para o mercado, peças como essas inspiram designers e marcas menores a explorar seu potencial criativo, sem abrir mão de identidade.

Conclusão

A coleção Spring/Summer da Erdem na London Fashion Week combina coragem, beleza e significado. Com sua inspiração literária em The Well of Loneliness, silhuetas contrastantes, tecidos ricos e cores que oscilam entre o suave e o ousado, Erdem entrega moda como expressão — expressão de identidade, de arte, de história.

Para quem acompanha tendências: fique de olho em andrógino + romantismo + narrativa cultural. São caminhos fortes para o próximo verão (no hemisfério norte) — e já reverberando no mundo inteiro.

Vídeo: Fashion Feed
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H&M encanta na London Fashion Week: música, moda e autexpressão no desfile “The London Issue”

Ontem à noite, a H&M protagonizou um dos momentos mais comentados da London Fashion Week (LFW), com o aguardado desfile “The London Issue”. O evento marcou o retorno da marca sueca à capital britânica, reunindo celebridades, arte e estética urbana em uma produção inesquecível. 

Inovação e identidade

Inspirada pela revolução cultural britânica dos anos 90, a coleção Autumn/Winter 2025 da H&M reforçou a importância da autexpressão. Ícones do estilo, música, arte e moda foram referência clara no styling, nas silhuetas e na escolha de modelos. A proposta rendeu um desfile que mistura moda e performance, aquele tipo de experiência que vai além das passarelas. 

Colaborações criativas

A produção contou com grandes nomes: a direção de estilo ficou por conta de Jacob K., a fotografia com Anthony Seklaoui e Mitch Ryan, visual e cenografia assinam Matiere Noire e Special Offer, enquanto a música ficou sob comando de David e Stephen Dewaele (Soulwax & 2manydjs).  Essa equipe reforçou o tom multisensorial do evento, com luz, som, espaço e movimento trabalhados para realçar o DNA urbano da marca. 

Modelos e diversidade

A diversidade foi celebrada no casting, com nomes como Alex Consani, Paloma Elsesser, Sora Choi, Angelina Kendall, entre outros.  A presença dessas figuras contribuiu para reforçar que moda é espaço de inclusão, expressão individual e ruptura com padrões limitantes. 

Tendências que surgem do desfile

Estilo “britpop” revisitado: cortes amplos, referências musicais e atitude rebelde nos looks. Mistura de alta moda com streetwear, evidenciando o contraste entre peças statement e elementos urbanos. Cores sóbrias com toques inesperados, texturas variadas e camadas que permitem versatilidade. Gênero fluido: menswear e womenswear dialogando, sobrepondo limites tradicionais. 

Impacto para o mercado de moda no Brasil

Para o público brasileiro, o desfile da H&M traz inspiração importante. Ele reforça como grandes marcas globais estão valorizando diversidade, identidade e expressão pessoal — aspectos cada vez mais buscados também por consumidores no Brasil. Além disso, a tendência de moda unissex e mistura de estilos urbanos com peças de alta costura segue em crescimento no mercado latino-americano.

Fonte: HM
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Carolina Herrera Spring 2026 em Madrid: Um Amor-Declarado à Capital Espanhola

O desfile Carolina Herrera Spring 2026 marcou um momento histórico para a marca. Pela primeira vez, a coleção principal – e não uma linha resort – foi apresentada fora de Nova York, escolhendo Madrid como palco, mais especificamente a emblemática Plaza Mayor.

Inspiração e contexto

Wes Gordon, diretor criativo da Carolina Herrera, mergulhou na rica cultura espanhola para desenhar os 77 looks da coleção primavera/verão 2026.  Ele combinou duas grandes referências: a Era de Ouro da Espanha (séculos XV-XVI) e a Movida Madrileña dos anos 80. Essa fusão aparece tanto nos cortes como nas cores e na atitude estética. 

Locação e espetáculo visual

A escolha da Plaza Mayor de Madrid, praça símbolo do centro histórico, conferiu não só majestade mas também uma ambientação teatral e simbólica ao desfile.  A passarela teve cerca de 450 metros coberta por um tom rosa pálido, clássico da marca, que contrastou com os elementos históricos de fundo.  A ambientação sonora idem: músicas que evocam a cultura pop dos anos 80, parte da estética da Movida, reforçaram a atmosfera madrilenha. 

Elementos de design e colaborações locais

Muito trabalho artesanal: bordados de flores (cravos, violetas, rosas), tecidos trabalhados, camadas volumosas que lembram os vestidos barrocos, silhuetas de “Meninas”, inspiração no traje taurino com pedalier preto e corsets estruturados.  Colaborações com artesãos de Madrid: Casa Seseña (capas), cerâmicas de Andrés Gallardo, acessórios feitos por fabricantes locais.  Inclusão de designers espanhóis contemporâneos: Sybilla contribuiu com vestidos shift com painéis flutuantes e Palomo Spain reinterpretou a camisa branca emblemática da casa Herrera. 

Significado estratégico e impacto

Este desfile marca uma mudança estratégica para Carolina Herrera: levar sua coleção principal para fora da sua base tradicional em Nova York, reforçando presença internacional e laços culturais com a Espanha.  Também é um tributo à influência da moda espanhola e ao mercado ibérico, um reforço simbólico do vínculo da marca com a herança espanhola via seu grupo-mãe Puig.  O evento coincidiu com o lançamento do novo perfume “La Bomba”, aproveitando o momento de visibilidade máxima para integrar moda + beleza + experiência sensorial. 

Tendências que emergem

Volumes dramáticos, silhuetas teatrais e contrastes entre o clássico e o moderno. Uso intenso de florais e bordados como marcas registradas, resgatando técnicas artesanais. Referência histórica como estética contemporânea: tecidos com inspiração barroca, cores que aludem ao teatro, dorados, pretos marcantes e vermelhos característicos. Interseção entre moda de passarela e cultura local: música, artesanato, designers da região.

Vídeo: Carolina Herrera
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PatBo Spring Summer 2026 no NYFW: brasilidade e sofisticação na passarela de Nova York

O desfile da PatBo Spring Summer 2026 no New York Fashion Week (NYFW) foi um dos destaques da temporada, trazendo a energia vibrante e sofisticada da moda brasileira para a capital mundial da moda. A estilista Patricia Bonaldi, conhecida por unir técnicas artesanais e design contemporâneo, apresentou uma coleção que equilibra glamour, feminilidade e tropicalidade.

Tendências da coleção PatBo SS26

Na passarela do NYFW 2026, a PatBo apostou em peças fluidas, recortes ousados e bordados feitos à mão, reforçando seu DNA artesanal. As transparências ganharam protagonismo, assim como as estampas inspiradas na natureza, traduzindo o frescor do verão. Entre os destaques, vestidos longos, conjuntos sofisticados e modelagens estruturadas que conversam com a mulher cosmopolita, mas sem perder a essência brasileira.

Paleta de cores e materiais

A coleção Spring Summer 2026 da PatBo trouxe uma cartela de cores solares, passando por tons de coral, azul celeste e verde vibrante, além dos clássicos preto e branco que garantem atemporalidade. Tecidos leves, rendas e aplicações manuais valorizaram o trabalho artesanal, uma das assinaturas da marca.

PatBo no cenário internacional

Participar do New York Fashion Week 2026 reafirma a presença internacional da PatBo, que já conquistou celebridades e consumidoras exigentes ao redor do mundo. O desfile mostrou como a moda brasileira pode dialogar com o luxo global sem perder identidade, reforçando o protagonismo da marca no calendário fashion internacional.

Vídeo: Fashion Feed
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