Fashion

Proenza Schouler: Uma Nova Era da Moda Americana

No coração do New York Fashion Week (NYFW), a icônica grife Proenza Schouler apresentou sua coleção Fall/Winter 2026 sob a nova direção criativa de Rachel Scott — marca de um novo capítulo para a casa que há duas décadas define o estilo urbano-elegante americano. 

Com uma estética que equilibra sofisticação e atitude, a coleção vista na passarela trouxe um diálogo entre precisão, textura e contradição, refletindo uma mulher contemporânea que rejeita a perfeição como limite e abraça sua própria complexidade. Tons escuros e ricos contrastaram com peles e materiais naturais, enquanto cortes elegantes e artesanais deram corpo a peças que se movem facilmente entre o cotidiano e situações sociais mais formais. 

No repertório de acessórios, as silhuetas clássicas foram reinterpretadas com materiais mistos — da pele de bezerro ao suede de cashmere — em bolsas icônicas como a Hex e versões modernas de bolsas tipo clutch e bowler. A moda caminhou ao lado do design urbano, com sapatos de salto fino e proporções alongadas que acrescentam drama sutil às composições. 

O desfile desta manhã também foi celebrado pela presença de nomes influentes do universo da moda e do front row, que aplaudiram a visão renovada da marca e o refinamento das peças pensadas para a mulher moderna — artista, executiva e viajante, em constante movimento entre mundos e estilos. 

Em resumo, o desfile da Proenza Schouler no NYFW não foi apenas mais uma apresentação na semana de moda de Nova York — foi uma declaração de intencionalidade e identidade, posicionando a marca como protagonista na evolução do vestuário contemporâneo.  

Fonte: Elle
Padrão
Fashion

Tory Burch no NYFW: Elegância Contemporânea e Detalhes Icônicos

Ontem, Tory Burch marcou sua presença no New York Fashion Week (NYFW) Fall/Winter 2026 com uma coleção que equilibra elegância moderna, funcionalidade e narrativa visual refinada. A apresentação aconteceu em meio às outras grandes casas de moda da semana e reafirmou o papel da designer como uma referência de ready-to-wear que traduz o estilo americano com sutileza e personalidade. 

A coleção ressaltou silhuetas soltas e confortáveis, pensadas para o dia a dia sem perder sofisticação — uma resposta à busca por peças que transitam entre atividades cotidianas e eventos sociais. Entre os destaques, estiveram casacos oversized com bordados intrincados inspirados em paisagens naturais, que evocam momentos culturais e celebrações, adicionando um elemento afetivo ao vestuário. 

A passarela também contou com novas propostas em acessórios, incluindo bolsas e detalhes ornamentais, consolidando os acessórios como um dos pontos fortes da marca. O uso repetido de um pin em formato de peixe se tornou um detalhe de assinatura, conectando estética e storytelling. 

O desfile atraiu atenção não só pelo estilo das peças, mas também pelos olhares do front row. Celebridades como Amanda Seyfried foram vistas em looks marcantes que complementaram a atmosfera da coleção — desde texturas metálicas até cortes modernos que reforçam o diálogo entre elegância clássica e uma postura contemporânea. 

Em resumo, o desfile da Tory Burch no NYFW ontem apresentou uma visão que combina design sofisticado, usabilidade urbana e detalhes artísticos, reafirmando o compromisso da marca com peças que se destacam tanto pela estética quanto pela relevância no guarda-roupa atual.  

Fonte: Elle
Padrão
Fashion

Coach no NYFW 2026: Uma Nova Visão da Moda

Nesta semana, a Coach apresentou sua tão aguardada coleção Fall/Winter 2026 no New York Fashion Week (NYFW), consolidando sua identidade entre o heritage americano e a energia contracultural moderna. Sob a direção criativa de Stuart Vevers, o desfile que ocorreu no dia 11 de fevereiro surpreendeu com uma estética que mistura referências clássicas dos anos 1940 e 1970 com um toque grunge e urbano — uma celebração do espírito jovem e da reinvenção do estilo tradicional. 

O runway destacou peças que transitam entre o refinado e o descontraído: desde blazers com forros expostos e saias xadrez até vestidos que evocam a elegância old Hollywood e jaquetas varsity em versões de couro e lã. Este diálogo entre épocas cria um visual que parece tanto familiar quanto progressivo. 

Um dos ícones mais comentados da passarela foi a nova Kisslock Frame Bag 30, que já está disponível para compra imediatamente após o show — estratégia See Now, Buy Now que tem ganhado força nas semanas de moda recentes. As jaquetas varsity, reinterpretadas com detalhes únicos, e os tênis inspirados nos anos 70 também se destacaram como peças-chave da coleção. 

O cenário do NYFW 2026 tem mostrado designers americanos explorando narrativas próprias e conectando tradição a juventude e cultura de rua — um contexto perfeito para a Coach ampliar sua linguagem visual e comercial. 

Este desfile não foi apenas um lançamento de moda, mas um manifesto criativo que transforma a passarela em ponto de encontro entre passado e futuro — e que já está influenciando tendências fora de Nova York.  

Fonte: Google
Padrão
Fashion

Ralph Lauren em Nova York: Gigi Hadid abre desfile marcado por tons de marrom e alfaiataria clássica

Nova York acordou ontem sob o signo da elegância atemporal. O desfile da Ralph Lauren reafirmou aquilo que a marca faz como poucas: transformar tradição em desejo contemporâneo. Com Gigi Hadid abrindo a passarela, a coleção trouxe uma narrativa coesa, sofisticada e profundamente enraizada no DNA americano — com protagonismo absoluto dos tons de marrom e da alfaiataria clássica.

Gigi Hadid e a força da abertura

Abrir um desfile é sempre simbólico — e a escolha de Gigi Hadid reforça a conexão da Ralph Lauren com uma mulher moderna, confiante e cosmopolita. O look de abertura já anunciava o que viria: cortes precisos, construção impecável e uma cartela que transitava entre o chocolate profundo, o caramelo e o café.

Gigi trouxe presença sem excessos. A mensagem era clara: menos tendência passageira, mais permanência.

O marrom como novo preto

Se nas últimas temporadas vimos o domínio do preto e do cinza, ontem foi o marrom que reinou absoluto. Não como coadjuvante, mas como base estrutural da coleção.

A paleta explorou:

Marrom chocolate intenso Tons de conhaque e caramelo Café escuro quase preto Nuances terrosas combinadas com bege e off-white

O resultado? Uma estética quente, sofisticada e extremamente versátil. O marrom surge como alternativa refinada ao preto, trazendo profundidade e suavidade ao mesmo tempo.

Essa escolha reforça uma tendência clara: o retorno às cores naturais, que comunicam estabilidade, elegância e longevidade — valores que dialogam diretamente com o momento atual da moda.

Alfaiataria clássica: estrutura e poder

A alfaiataria foi o coração da coleção. Blazers estruturados, calças de corte reto impecável, coletes ajustados e trench coats com caimento preciso construíram uma silhueta que equilibra força e feminilidade.

Destaques da passarela:

Ternos monocromáticos em marrom profundo Blazers com ombros levemente marcados Calças amplas de cintura alta Casacos longos com acabamento minimalista Combinações de alfaiataria com tricôs finos

Não se trata de reinventar a roda, mas de reafirmar o clássico como desejo contemporâneo. Ralph Lauren mostra que elegância não precisa ser barulhenta — ela pode ser silenciosa, porém impactante.

O luxo discreto nova-iorquino

O desfile também dialoga com o movimento do luxo silencioso (quiet luxury), mas sem perder a identidade própria da marca. Diferente de uma estética minimalista fria, Ralph Lauren aposta em textura, sobreposição e riqueza de materiais.

Lã, cashmere, couro e tecidos encorpados trouxeram profundidade aos looks, enquanto a modelagem impecável garantiu sofisticação sem esforço.

Nova York apareceu como pano de fundo conceitual: urbana, cosmopolita, clássica — mas sempre atual.

Tendências que ficam

Do desfile da Ralph Lauren em Nova York, ficam alguns sinais claros para as próximas temporadas:

O marrom como cor-chave do guarda-roupa sofisticado A consolidação da alfaiataria feminina como peça central O retorno ao vestir estruturado, com propósito O equilíbrio entre tradição e modernidade

Mais do que seguir tendências, a marca reforça a ideia de construção de imagem — algo que você, que trabalha com moda e conteúdo, sabe o quanto é poderoso na comunicação de marca.

O desfile da Ralph Lauren ontem em Nova York foi uma aula de coerência estética. Com Gigi Hadid abrindo a apresentação e uma coleção dominada por tons de marrom e alfaiataria clássica, a marca reafirma seu lugar como símbolo de elegância atemporal.

Em um cenário onde a moda oscila entre o maximalismo e o minimalismo extremo, Ralph Lauren escolhe o caminho da permanência — e isso, hoje, é quase revolucionário.

Fonte na imagem
Padrão
Fashion

Moncler e o Brasil: o uniforme brasileiro para as Olimpíadas de Inverno marca um novo capítulo no esporte e na moda

A apresentação do uniforme do Brasil para as Olimpíadas de Inverno vai muito além da funcionalidade esportiva. Ela simboliza um movimento estratégico que conecta moda de luxo, performance e posicionamento global. Para essa nova fase, o Comitê Olímpico Brasileiro contou com o retorno da Moncler, uma das marcas mais icônicas do vestuário de inverno, que volta ao cenário olímpico vestindo a delegação brasileira.

Moda técnica, identidade nacional e performance

Conhecida mundialmente por suas jaquetas acolchoadas de alta tecnologia, a Moncler construiu sua reputação unindo design sofisticado e inovação térmica. Ao assinar o uniforme do Brasil para os Jogos Olímpicos de Inverno, a marca enfrenta um desafio interessante: traduzir o espírito de um país tropical para um contexto de frio extremo, sem perder identidade.

O resultado é um uniforme que equilibra cores, símbolos nacionais e tecnologia de ponta, pensado tanto para atletas quanto para membros da delegação. Mais do que estética, cada peça foi desenvolvida para garantir proteção térmica, mobilidade e conforto, elementos essenciais para competições em ambientes de baixa temperatura.

O retorno da Moncler às Olimpíadas com o Brasil

A decisão da Moncler de voltar às Olimpíadas de Inverno por meio do Brasil não é casual. Ela reflete uma estratégia clara da marca de expandir sua narrativa esportiva e dialogar com mercados emergentes, reforçando seu posicionamento como referência global em luxo funcional.

Para o Brasil, a parceria também é simbólica. Mesmo não sendo tradicionalmente associado aos esportes de inverno, o país vem consolidando sua presença nessas competições. Ter uma marca do porte da Moncler como responsável pelo uniforme oficial fortalece a imagem da delegação brasileira no cenário internacional e demonstra investimento em excelência, inovação e visibilidade.

Luxo esportivo como linguagem contemporânea

O uniforme brasileiro para as Olimpíadas de Inverno também dialoga com uma tendência maior: o crescimento do luxo esportivo. A fronteira entre moda, esporte e lifestyle nunca foi tão fluida. Peças técnicas deixam de ser exclusivas das pistas de gelo e passam a integrar o guarda-roupa urbano, enquanto marcas de luxo se aproximam cada vez mais do universo esportivo.

Nesse contexto, a colaboração entre Moncler e Brasil funciona como um manifesto visual: é possível unir identidade nacional, tecnologia e sofisticação, mesmo em territórios que fogem do óbvio.

Muito além do uniforme

Mais do que vestir atletas, a Moncler ajuda a contar uma história. Uma história sobre ambição, presença global e sobre como o Brasil se posiciona nas Olimpíadas de Inverno com confiança e estilo. O uniforme torna-se, assim, uma ferramenta de comunicação poderosa — e um símbolo de que esporte e moda caminham juntos rumo ao futuro.

Fonte: Google
Padrão
Fashion

✨ O Que Foi a Paris Haute Couture Fashion Week 2026?

A Paris Haute Couture Fashion Week 2026 aconteceu de 26 a 29 de janeiro de 2026, reunindo as casas mais exclusivas da alta costura mundial sob os olhares atentos da indústria, celebridades e especialistas em moda. É o evento mais prestigioso do calendário fashion, onde cada peça é criada sob medida e artesanalmente — um verdadeiro espetáculo de luxo, detalhe e inovação. 

👗 Principais Shows e Estreias

🌟 Christian Dior – Jonathan Anderson

Uma das maiores novidades foi a estreia de Jonathan Anderson com sua primeira coleção couture para a Dior. A apresentação uniu tradição e imaginação, mesclando volumes estruturados, tecidos ricos e referências naturais que traduzem uma elegância contemporânea. 

🖤 Chanel – Matthieu Blazy

No mesmo período, Matthieu Blazy fez sua estreia na haute couture da Chanel, com peças etéreas e poéticas que brincaram com a leveza, texturas transparentes e paleta suave — uma visão inovadora mantendo os códigos clássicos da maison. 

🤍 Armani Privé – Silvana Armani

Outro momento marcante foi a coleção de Armani Privé por Silvana Armani, marcada por uma elegância refinada, proporções cuidadosas e uma estética que celebra a sofisticação minimalista. 

🧵 Outras Presenças e Destaques

Várias maisons tradicionais e convidados especiais também participaram do calendário de apresentações, envolvendo público e imprensa em discussões sobre o papel da couture hoje — entre patrimônio, arte e relevância cultural. Celebrações e eventos paralelos reforçaram a atmosfera glamorosa da semana. 

Importante notar que nem todas as marcas tradicionalmente esperadas estiveram presentes neste calendário de couture, destacando as mudanças em curso no cenário da moda de luxo. 

🔍 Tendências e Insights da Temporada

Mesmo além das passarelas, observadores notaram várias tendências emergentes tanto nas coleções quanto no street style que cercou o evento:

Narrativas criativas e artesanais — com atenção aos detalhes e histórias por trás de cada look.  Celebração da herança couture — reinterpretando tradições com técnicas modernas.  Eventos paralelos e socialização de moda — festas e jantares reforçaram o networking e a celebração das criações. 

O Paris Haute Couture Fashion Week 2026 reafirmou Paris como epicentro da moda artesanal de alto luxo, com estreias marcantes, coleções que combinaram tradição e inovação e um público global ansioso por ver o futuro da alta costura. Este panorama completo oferece um ponto de partida para entender os movimentos que moldarão as próximas temporadas — tanto nas passarelas quanto nos guarda-roupas de quem vive moda intensamente.

Fonte: Google
Padrão
Fashion

Tendências de Moda 2026: o que vai definir o estilo do próximo ano

A moda em 2026 caminha para um equilíbrio claro entre conforto, expressão pessoal e sofisticação consciente. Depois de anos marcados por excessos ou minimalismo extremo, o novo momento traz uma estética mais fluida, funcional e emocional.

As tendências de moda para 2026 refletem um desejo coletivo por peças versáteis, atemporais e, ao mesmo tempo, cheias de identidade. A seguir, você confere as 10 tendências que vão dominar o ano — tanto nas passarelas quanto no dia a dia.

1. Cores suaves e tons pastel 

Os tons claros seguem como protagonistas em 2026. Cores como off-white, amarelo manteiga, azul claro, verde suave e rosa pálido aparecem em vestidos, conjuntos e alfaiataria leve.

👉 Por que funciona: transmitem leveza, elegância e fácil combinação.

2. Alfaiataria relaxada e oversized 

A alfaiataria tradicional ganha novas proporções. Blazers amplos, calças mais soltas e conjuntos confortáveis mostram que elegância não precisa ser rígida.

👉 Ideal para quem busca looks modernos e funcionais.

3. Tecno-romanticismo 

Uma mistura entre futurismo e delicadeza. Tecidos translúcidos, acetinados, com leve brilho ou efeito tecnológico aparecem em peças femininas e fluidas.

👉 O futuro da moda com sensibilidade. 

4. Denim reinventado

O jeans vai além do básico. Em 2026, ele surge em modelagens amplas, conjuntos completos, vestidos e peças estruturadas.

👉 Um clássico atualizado para todas as estações.

5. Lingerie à vista 

Peças inspiradas na lingerie ganham espaço como roupa principal: slip dresses, saias acetinadas e tops delicados aparecem com styling sofisticado.

👉 Sensualidade 

6. Acessórios statement 

Bolsas, cintos e sapatos assumem protagonismo. Formatos diferentes, texturas naturais e design marcante transformam looks básicos.

👉 Menos peças, mais impacto.

7. Volume e formas esculturais 

Mangas bufantes, saias amplas e shapes arquitetônicos criam movimento e presença. A silhueta ganha força sem perder leveza.

👉 Moda como expressão artística.

8. Streetwear sofisticado 

O streetwear evolui para uma estética mais limpa e funcional. Peças utilitárias, tecidos tecnológicos e cortes inteligentes dominam.

👉 Conforto urbano com informação de moda.

9. Brilho e metalizados no dia a dia 

Tecidos metálicos deixam a noite e entram no cotidiano, aparecendo em detalhes, saias e vestidos leves.

👉 Um toque de ousadia na medida certa.

10. Natureza e romantismo 

Texturas naturais, rendas, florais suaves e tecidos orgânicos reforçam a conexão emocional com a moda.

👉 Um retorno ao essencial com poesia.

Conclusão 

As tendências de moda para 2026 mostram que o vestir vai além da estética: ele comunica propósito, conforto e identidade. Mais do que seguir regras, o novo ano convida a escolher peças que fazem sentido para a sua vida real.

Seja através da alfaiataria leve, dos tons suaves ou do streetwear sofisticado, 2026 é sobre expressar quem você é — com elegância e liberdade.

Padrão
Fashion

A bolsa Teckel da Alaïa e o novo luxo silencioso que vai dominar 2026

Quando o design fala mais alto que o logotipo

Algumas peças não precisam gritar para serem reconhecidas. Elas simplesmente aparecem — e mudam tudo ao redor. É exatamente isso que aconteceu com a bolsa Teckel, da maison Alaïa.

Com seu formato alongado, quase escultural, inspirado na silhueta de um dachshund (o famoso “cachorro salsicha”), a Teckel rompeu com a lógica das bolsas tradicionais. Nada de volumes exagerados ou estruturas rígidas. Aqui, o luxo se manifesta no gesto minimalista, na proporção inusitada e na precisão do couro.

A Alaïa, conhecida por tratar o corpo feminino como arquitetura, transfere essa mesma filosofia para os acessórios — e o resultado é uma bolsa que não acompanha tendências: ela cria uma nova linguagem.

Por que as fashionistas adotaram a Teckel tão rápido?

O sucesso da Teckel não foi acidental. Ele nasce de três movimentos muito claros no comportamento de moda atual:

1. A era do luxo silencioso

Logotipos evidentes perdem espaço para o design reconhecível apenas por quem entende. A Teckel é quase um código interno entre fashionistas.

2. A estética do “menos, porém melhor”

Formato compacto, uso essencial, acabamento impecável. Ela dialoga com um guarda-roupa mais consciente, enxuto e atemporal.

3. O poder do styling

Usada no antebraço, próxima ao corpo, ela cria uma linha visual elegante que alonga a silhueta. Funciona com alfaiataria, vestidos fluidos, jeans e até looks esportivos elevados.

Não à toa, ela começou a aparecer nos braços de editoras de moda, criadoras de conteúdo e mulheres que influenciam sem precisar se expor em excesso.

O impacto da Alaïa no futuro das bolsas

A Alaïa sempre teve um papel importante em redefinir feminilidade e desejo. Com a Teckel, a marca aponta com clareza para onde o design de bolsas caminha:

Formatos alongados e horizontais Bolsas que parecem objetos de design Menos compartimentos, mais intenção Couros nobres, porém com acabamento suave Estética retrô reinterpretada com modernidade

Em 2026, veremos uma explosão de bolsas que seguem essa lógica: menos “statement”, mais assinatura estética. A Teckel é o ponto de partida dessa mudança.

A bolsa como extensão do estilo pessoal

O que torna esse modelo tão relevante é que ele não rouba a cena — ele refina o look. É a bolsa que comunica segurança, maturidade estética e um olhar treinado para moda.

Ela não diz “estou na tendência”.

Ela diz: “eu entendo de moda”.

E é exatamente por isso que vai ditar o ritmo das bolsas em 2026.

Padrão
Sem categoria

✨ Minhas resoluções para 2026 ✨

Este novo ano eu envisiono com mais intenção, equilíbrio e presença.


Quero cuidar melhor do meu corpo através de uma alimentação mais saudável, fazendo escolhas conscientes que reflitam em um emagrecimento leve e sustentável.


Também quero me comprometer com o movimento: academia com constância, aulas pela manhã e o esporte como parte da minha rotina — não por obrigação, mas por autocuidado.

Disciplina e a chave essencial para realizar tanto.
Continuo a ler meus livros e aprender com vídeos educativos, aumentando meu repertório e me tirando do conforto.


No trabalho, 2026 será um ano de mais criação e consistência. Quero me dedicar ainda mais a criação de conteúdo, compartilhando conteúdo que faça sentido, com algumas inserções especiais aqui e ali.


Autocuidado também e uma parte importante que vou seguir esse ano, já incorporado na minha rotina, mas agora mais voltado a preservação da saúde da pele.


Acima de tudo, meu maior objetivo é viver com mais calma, leveza e paz. Um ano com menos pressa e mais significado 🤍


✨ Que 2026 seja um ano de alinhamento entre o que eu sonho e o que eu vivo

Padrão
Fashion

🩶 Camisetas básicas com estilo: conforto e praticidade no dia a dia

As camisetas básicas com estilo são aquelas peças-chave que nunca saem de moda — simples, práticas e, ao mesmo tempo, cheias de personalidade. Elas se tornaram indispensáveis no guarda-roupa de quem valoriza o conforto sem abrir mão do visual moderno.

Seja na versão preta clássica, no tom vinho sofisticado, no branco curinga ou no terroso contemporâneo, essas T-shirts se adaptam a qualquer ocasião. Com jeans, saias fluídas ou alfaiataria, o resultado é sempre um look equilibrado entre o casual e o elegante.

Além da versatilidade, o grande diferencial está no tecido confortável e no corte perfeito, que valorizam o corpo e proporcionam liberdade de movimento — ideal para acompanhar a rotina com leveza.

Em tempos em que a moda abraça o essencial, as camisetas básicas são o ponto de partida para compor visuais autênticos, cheios de conforto e atitude.

Padrão