A última marca a falarmos do PFW, Lanvin é uma daquelas casas pouco falada, mas que produz peças excelentes.
A marca chegou muito quieta na semana de moda, mostrando peças construídas, cores sóbrias, mas ao mesmo tempo mostrando como desconstruir um look day para um look night.
A ideia da marca era trazer uma coleção mais low key e eles conseguiram.
A famosa marca de luxo australiana, fez sua estreia no PFW desse ano. O estilista e a equipe já estavam se preparando para esse desfile durante a pandemia. O diretor criativo Nicky Zimmermann falou que esse era um passo natural da marca, que já está em toda Europa fortíssima e abrirá sua loja em Florença.
O desfile além de lindíssimo, foi baseado em uma história contada pela avó de Nicky, que conta que um gigante vivia em uma praia de Sidney.
Muito floral e muita fluência nos vestidos, muito cut out que já é marca registrada da Zimmermann e muita cor que mistura classe e beleza.
A marca que uma vez vestiu Audrey Hepburn parece ter perdido seu rumo a alguns anos. Givenchy vem em uma crescente roller coast de estilista e parece que a cada escolha, a marca erra mais uma vez.
Em um desfile totalmente sem estilo e coerência, a Givenchy vem com peças nada bonitas ou funcionais, perdendo seu estilo clássico e elegante.
Com altas estrelas no cast, como as irmãs Bella e Gigi Hadid, a marca mostra tops que cobrem somente o seio, jeans e vestidos fora da moda. Um aglomerado que parece ter se juntando na última hora para participar do PFW.
A marca libanesa Elie Saab entrou no PFW muito diferente das outras marcas, pôde-se ver muito floral, cores muito bem escolhidas.
Vimos tops esportivos, crochê e muita renda, assim como transparência. A marca mostrou todos os tipos de personalidade na passarel, desde o básico com hoodies até o dress-up com vestidos.
O desfile de uma das marcas mais bem sucedida dos dias atuais, a Valentino veio com um catwalk muito diferente. Com o título Unboxing, ela trouxe um pensamento fora da caixa.
Com modelos pouco conhecidas, algumas até desfilando pela primeira vez para uma grande marca. A Valentino quis que o público se concentrasse nas peças e não nas modelos famosas da indústria.
Com muito brilho, casacos longos, logomania, cut off nas peças, a marca elevou o nível de desfile do PFW levando as modelos para fora do estabelecimento, para que o público externo pudesse ver a coleção.
A marca Chloé entrou no PFW mostrando todo o seu DNA. Chloé é a única marca de luxo a tocar no assunto de sustentabilidade na moda e a trazer essa vertente para suas peças.
Com vários círculos iluminando uma passarela preta e escura, a ideia da marca é mostrar que a moda é circular e que é gasta uma energia monumental para produzir uma peça (imagina uma coleção).
Com peças simples, mas dentro da proposta da moda atual, a marca entra no catwalk com peças em cores neutras, brinca com a moda anos 90 e início dos anos 2000. Mas deixa seu recado, que a moda é cíclica.
A definição da mulher IM neste Paris Fashion Week foi muito distinta. Vimos um desfile simples, mas atual, que mostra uma mulher mais leve, mais voltada para o mundo externo.
Com uma pegada boho, mas não deixando sua essência urbana, a marca Isabel Marant entra no PFW com tops fluidos, calças cargo, saias utilitárias e mostrando muito do corpo feminino.
A mulher IM, neste desfile, é prática, carrega seus utilitários de forma simples. É ao mesmo tempo boho, mas urbana. Se movimenta bem tanto em cores claras quanto escuras
A Hermès veio para o PFW com uma ideia de férias, uma mistura de verão com roupas leves, com muito cut out e um cenário simples, mas ao mesmo tempo marcante.
As cores escolhidas foram marrom, amarelo e rosa, que remetem o amanhecer. Vimos peças em tenda, telas que remetem a tela de mosquitos. Os looks esportivos vimos algumas perfurações.
Mas claro, não podia faltar o ponto mais alto do desfile e a marca registrada da marca, os acessorios. Muitas bolsas lindas (e caríssimas), sapatos e demais acessórios que complementam o look.
A marca Dapdem é uma marca de São Leopoldo/RS que tem peças incríveis de alfaiataria e vários outros tecidos de alta qualidade. Apesar de ter algumas trenós, possui também peças atemporais com qualidade incrível.
As duas peças que eu comprei eram peças que eu já queria a muito tempo, um top branco para combinar com short de alfaiataria e blazer no verão e uma regata de cetim para dar uma elevada nos looks e deixar mais sofisticados.
O top branco possui uma versatilidade incrível, feito com malha canelada, sustenta super bem e combina com qualquer estação. Nessa transição de estações, onde o frio ainda está presente, combinei com um blazer cropped é uma calça pantalona. Fiz também uma variação de cores, mas como são cores neutras combinou perfeitamente.
Top e short alfaiataria: Dapdem – Camisa: Sucessione e bota: New Elegance Top: Dapdem – Blazer: Renner – Calça: antiga Hellen Carolina – Sapato: Loucos & Santos
Escolhi a regata de cetim na cor preta, porque né…preto combina com tudo. A qualidade do tecido é algo incrível, me sinto valendo milhões. Brinquei com uma calça com animal print e também com uma saia da própria Dapdem.
Blusa e saia: Dapdem – Sapato: Loucos & SantosBlusa: Dapdem – Sapato: Loucos & Santos – a calça é antiga, não lembro a marca.
E para finalizar a minha adoração pela marca, ainda tive meu nome colocado em um conjunto. Deem uma olhada nas imagens abaixo e aproveite para comprar on-line: http://www.dapdem.com.br – Endereço: Rua Independência 980 – sala: 02 B. Centro – São Leopoldo/RS
How cool is that!!!!!
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