O Paris Fashion Week Spring/Summer 2026 marcou um dos momentos mais aguardados da temporada: a estreia de Jonathan Anderson como diretor criativo da Dior. Conhecido por seu trabalho inovador na Loewe e em sua marca homônima, Anderson chegou para redefinir os códigos da maison sem abandonar o legado de elegância que a transformou em um ícone do luxo.
O desfile: tradição em diálogo com irreverência
Anderson trouxe à passarela uma fusão entre raízes clássicas e experimentação contemporânea. O gesto simbólico de revisitar o logotipo da Dior — agora em letras Cochin, como nos anos 1950 — reforça sua proposta de resgatar a herança da marca e reposicioná-la no presente.
As peças misturaram fluidez, assimetrias e transparências, evocando feminilidade com ousadia. A icônica Dior Book Tote apareceu repaginada com capas literárias, como a de Drácula, unindo moda e cultura de forma sofisticada.
Celebridades e atmosfera
O desfile, transmitido ao vivo de Paris, reuniu uma plateia estrelada. Rihanna, A$AP Rocky e Donatella Versace marcaram presença no front row, reforçando a dimensão cultural do momento.
O impacto no mercado
A chegada de Anderson sinaliza a ambição da Dior em reposicionar-se no cenário global, expandindo a narrativa de luxo para além da moda — um espaço que conecta arte, literatura, comportamento e consumo.
Este desfile não apenas abre uma nova era para a maison, mas também deve servir como bússola para tendências que se espalharão por todo o setor.